O Poder das Pausas para a Alta Performance dos Empreendedores

Empreender é uma tarefa muito solitária na maioria da vezes. Quantos “eupresas” você tem visto à sua volta?

É o que mais se vê nos dias de hoje, com o crescimento de empreendedores individuais batendo todos os recordes, dada a nossa conjuntura econômica.

Daí surge uma grande dificuldade inerente a esse desafio de empreender sozinho, que é conseguir pausar em algum momento para recarregar as baterias. O empreendedor vai negligenciando essa importante aliada para os seus resultados: a pausa.

Pausas curtas e disciplinadas ao longo do dia, e também as periódicas mais extensivas, são o combustível da saúde física e mental, sem as quais o empreendedor não vai muito longe.

Sim, porque se não houver pausa, existe uma grande chance de se criar um quadro de stress, uma síndrome de burnout, uma doença grave, e assim colocar tudo a perder.

Em 2015 estive na High Performance Academy com o maior coach do mundo nessa área, o Brendon Buchard, e a pausa foi um dos um dos pilares apresentados para a Alta Performance na vida e nos negócios.

A pausa ao longo da jornada diária, além de servir para se hidratar, se esticar, descansar a mente, é responsável por aumentar a sua clareza mental e manter o seu foco, ambos fundamentais para obter mais produtividade em um dia de trabalho.

Uma dica para se disciplinar é usar o alarme do celular e se obrigar a dar aquela paradinha por cerca de 10 minutos a cada 1 hora pelo menos, até que ela vire um hábito consolidado.

Portanto, mesmo que esteja se sentindo super disposto para ir em frente e “terminar logo” aquela tarefa, saiba que a disciplina de parar por alguns minutos acarreta em menor perda cognitiva durante o processo. Existe até uma frase em inglês que diz: “Work smarter, not longer”.

O difícil é convencer o empreendedor que ele precisa aprender a pausar quando está possuído pela vontade de caminhar rápido e encara diariamente uma enorme fila de tarefas com quase nenhuma equipe, especialmente quando o negócio está começando. Mas é preciso experimentar e colher os benefícios desse hábito.

A pausa pra mim nunca foi uma tarefa fácil. Sempre fui conhecida nas empresas que trabalhei pela dedicação extrema e pela tendência workaholic. Na minha época corporativa esse era um perfil muito valorizado e isso coincidia com a crença que aprendi cedo em casa: “de que é preciso trabalhar muito duro pra fazer sucesso e dinheiro”

Descobri em minhas buscas de desenvolvimento pessoal que essa é a crença limitante que mais me atrapalhava e até hoje luto com ela. Crenças definem nosso modo de agir na vida. Aos poucos fui vendo que essa é apenas uma crença e não uma verdade absoluta,  afinal, quantas pessoas bem sucedidas eu conheço que não precisam trabalhar em esforço extenuante para terem sucesso naquilo que fazem.

Fato é que, enquanto pensarmos assim, estaremos comandando nosso cérebro para que o processo de ganhar dinheiro seja sofrido e exaustivo. Nosso cérebro vai trabalhar para manifestar uma realidade coerente com as nossas crenças, afinal esse é o papel dele. E assim, vai ser sempre difícil e exaustivo ganhar dinheiro.

Com muita consciência dessa crença, e muita disciplina para me permitir pausar,  esse ano começou diferente (2017). E de fato tem sido um ano bem mais leve, as metas continuam desafiadoras, mas o comportamento mudou. Estou me tornando cada vez mais habituada às pausas, com vários pequenos momentos de recarga de energia.

Uma das minhas maiores vitórias esse ano foi ter retomado um hobby antigo: dançar jazz. Por mais que eu tentasse, nunca conseguia por pura crença de que o problema era tempo. Na verdade eu não me permitia pausar. A mente dizia: você precisa “trabalhar muito duro se quiser fazer dar certo”.

E  pasme: essa simples decisão de abrir espaço para o hobby, além dos momentos de relaxamento mental e físico, tem me ajudado muito na criatividade para o meu negócio. Não raro tenho insights valiosos após as aulas. E também tem me permitido estar menos tensa nos momentos de dificuldade.

O começo de um negócio é realmente de uma dedicação extrema e é esperado que cause muito desequilíbrio. Mas hoje tenho comprovado que correr em velocidade constante é mais útil pro negócio do que os tiros de velocidade alternados com momentos de língua pra fora.

Portanto, mesmo que você ainda seja uma “eupresa”, e que sua lista de fazeres pareça interminável, use a cabeça, desafie suas crenças e se dê essa chance de pausar. Seus negócio agradece.

Sobre Autoridade, Reputação e Credibilidade. Como fortalecer esses pilares e ter uma carreira sólida

Pare de se ver como um desempregado e comece algo novo!

Eu pensei muito em que tipo de coisa escrever pra fechar o ano.

Várias pautas me passaram pela cabeça, entre retrospectivas, dicas pra isso ou pra aquilo, mas o que me moveu mesmo foi expressar solidariedade e compartilhar algumas ideias com aqueles que estão enfrentando o difícil momento do desemprego.

Quanto mais leio sobre a situação do desemprego, maior a minha intuição de que é a hora de muita gente se dar a chance de seguir um caminho novo, para o qual talvez faltasse coragem.

Tenho certeza que para a maioria que vai ler esse artigo, a primeira reação vai ser de que isso é impossível, com as contas batendo na porta. Mas a pergunta é: ficar esperando a oferta de emprego voltar vai adiantar alguma coisa? É preciso abrir a cabeça num momento como esse. Por que não se perguntar no que você pode empreender, o que você pode vender, fazer renda extra e se virar?

Eu sempre uso o exemplo de uma amiga, a Sabrina do e-commerce Francisca Joias, que quando decidiu empreender tinha R$ 50 pra começar. Ela comprou algumas bijuterias e revendeu no Mercado Livre. Com o pequeno lucro comprou um pouco mais e dessa vez contratou o disparo de emails deles e aumentou o seu capital em algumas dezenas de vezes. Confiante de que poderia multiplicar essa venda e disposta a se reinventar, ela persistiu e hoje tem um e-commerce de jóias contemporâneas que vai faturar 2,5 milhões esse ano, 5 anos depois de acreditar e começar algo novo.

Temos muitas Sabrinas por aí, é só pesquisar. Mulheres e Homens que numa situação de dificuldade se empoderam ao invés de ficarem se sentindo desempregados vitimados pela crise.

Isso sem falar do número de pessoas que está na internet ensinando alguém a fazer algo com seu produto digital, mesmo achando que aquilo tudo seria impossível para elas. O recomeço coloca a gente bem fora da zona de conforto, mas é bem por aí o caminho. Pesquisar o que você poderia fazer com seus talentos, estudar o que for preciso, se arriscar um pouco e colocar a mão na massa.

Se você chegou até aqui e ainda está lendo esse artigo, pare e pense:  no que vai te ajudar ficar deprimido se sentindo um desempregado em vez de colocar a sua atenção em começar algo novo, empreendendo nas suas paixões e projetos?

Deixa eu colocar mais alguns dados aqui. Tenho lido muitas coisas a respeito da situação do desemprego no país e veja essa matéria da Folha:  (leia na íntegra a matéria clicando AQUI )

A parte que mais me assustou foi esse trecho que fala do “desalento”: “A desaceleração é um indicador de que está aumentando o desalento, de pessoas que começaram a buscar emprego, não encontraram e desistiram, afirmou o pesquisador d FGV Bruno Ottoni.

Quem sabe não possamos aqui olhar para o desafio do desemprego com alguma serenidade pra driblar esse desalento?  E por mais contra intuitivo que possa parecer, porque não enxergarmos com alguma gratidão, com todo o respeito a quem está enfrentando a situação.

Eu digo gratidão pelo simples motivo de que todo problema pode estar nos escondendo um presente, uma oportunidade de se reinventar, mudar e viver uma nova história com mais realização.

Nós coaches utilizamos como ferramenta as perguntas “poderosas” e fortalecedoras.

Gostaria de deixar algumas pra você se fazer e responder (papel e caneta na mão agora).

O que uma situação difícil como essa pode estar tentando ensinar à sua alma?

O que você pode aprender com ela e evoluir?

O que você só percebeu agora que poderia ter feito diferente antes?

O que você deixou pra trás que poderia ter sido o seu Plano B?

O que você pode fazer de diferente agora, amanhã e depois pra não estar mais tão vulnerável?

O que você tem de talentos e habilidades que alguém precise e que possa virar o seu novo sustento?

O que você faz tão bem que os outros até te pagariam para fazer?

 

Respondeu?

 

Eu espero que sim, pois esses exercícios de coaching funcionam e muito. Mas só funcionam quando a gente realmente se compromete e responde no papel. Eles são capazes de te trazer os insights que você precisa, mas você tem que efetivamente refletir e responder. Se não conseguir responder de primeira, volte às perguntas um pouquinho todo dia. Seu cérebro vai te ajudar a encontrar as respostas.

Fato é que não podemos entrar no modo “esperar”. Mesmo que você ainda espere que vai voltar pro mercado, que tal se empreender e se permitir coisas novas enquanto espera?

Que tal descobrir a cada dia desse período difícil um novo você, confiante e produtivo, que é capaz de fazer por você o que você fazia pelo seu empregador?

Que tal reunir suas forças, competências e habilidades, olhar pra elas e ser criativo? Como você pode monetizá-las? Se pergunte várias vezes. Pergunte aos seus familiares, amigos, possíveis clientes. Peça ajuda, declare sua intenção.

Você vai precisar quebrar algumas crenças é claro, e se posicionar no mundo pra que os seus talentos virem dinheiro. Porque habilidades e talentos eu tenho certeza que você tem. Talvez falte uma coisinha chamada foco e disciplina pra colocar seus projetos em prática e é hora de conquistá-las. Talvez falte aprender a fazer o seu marketing, se promover um pouco mais, e não tem nada de indigno nisso. Indigno é ficar a mercê de uma crise que se prolonga e está afetando a sua vida.

No meu trabalho como coach de transição de carreira tenho tido a oportunidade de endereçar esse assunto com muitas pessoas diferentes e ouvir histórias diferentes.

Acredito na nossa capacidade de nos reinventarmos pois eu mesma já passei por isso.

Quem acompanha meu trabalho há algum tempo sabe que eu optei pela demissão antes que ela batesse à minha porta. E a preparação foi fundamental. O famoso “plano B” não deveria começar quando uma crise se instala. A verdade é que quase ninguém pensa sobre isso até que leve um susto da vida e tenha que correr atrás.

Esteja você já nessa situação ou na iminência de uma demissão, eu acredito e recomendo buscar a preparação para o seu plano B sempre, até que ele se torne o seu plano A. Isso deve ser uma constante em nossa vida, estar preparado para o imprevisto, o novo, a mudança e a necessidade de criar o nosso próprio trabalho.

O que estamos vendo acontecer na crise prolongada, que desencadeou no enxugamento massivo nas empresas, gerando esses milhões de desempregados, é provavelmente uma mudança dos tempos e não apenas da crise.

Já é sabido que vários cargos não voltarão a existir mesmo quando a coisa melhorar; que várias empresas não voltarão ao mesmo tamanho de operação pois o efeito colateral de uma redução drástica como essa é que as empresas também aprendem a trabalhar de forma mais eficiente, com menos gente e reduzindo despesas. Então é quase impensável ficarmos esperando a “maré braba” passar para recuperar o nosso emprego, ele pode realmente não voltar a existir.

As mudanças radicais que a tecnologia está trazendo num horizonte curto de tempo são difíceis até de acreditar, mas elas virão rápido: carros autônomos, inteligência artificial, robôs, realidade virtual, internet das coisas, máquinas pra tudo e mais um pouco.

Esse futuro próximo está bem divulgado e já deixa claríssimo que o mercado de empregos será muito menor no futuro e enquanto isso a sua aposentadoria também será cada vez mais distante.

Ao mesmo tempo sua expectativa de vida será cada vez maior e seus hábitos cada vez mais adaptáveis aos cenários de viver mais e trabalhar por muito mais tempo.

OK? Mas trabalhar aonde? Cadê o emprego?

Recentemente veio à minha cidade, para dar uma palestra, um investidor de start ups que leva grupos de empresários para visitar o Vale do Silício e conhecer de perto as mudanças tecnológicas. Uma pessoa que assistia na platéia a tudo que ele mostrava, vendo todas as inovações e substituições do homem pela máquina, perguntou: onde eu vou me encaixar nessa história?

A resposta do jovem rapaz foi a seguinte: nem os grandes empreendedores do Vale do Silício sabem responder isso ao certo.

O que é certo é que as habilidades do futuro precisarão ser outras e que o homem definitivamente não desempenhará mais o trabalho de tudo aquilo que puder ser feito por uma máquina.

Sua contribuição ao mundo será nas chamadas “soft skills”, habilidades intrapessoais e interpessoais, que envolvem o autoconhecimento, a comunicação, a liderança, o relacionamento entre as pessoas, a análise crítica. Até mesmo a inteligência artificial tomará muito o espaço do nosso intelecto. Ter um QI elevado somente não garantirá um espaço no mercado de trabalho.

Tudo isso me faz pensar que a sincronia do universo está mais forte do que nunca e por isso a era do Propósito está ganhando força e vai reinar. É o nosso conjunto de habilidades, dons e talentos a serviço do mundo de forma única e carregado de paixão que precisamos deixar florescer. Precisamos encontrar o nosso propósito e transformá-lo em trabalho independente da existência de empregos.

É muito provável (e assim tenho visto) que ao encontrar o seu verdadeiro propósito pessoal, aquilo que você veio aqui contribuir no mundo, você encontre também o seu novo trabalho e uma saída para o seu desemprego. O seu propósito te dá coragem e vice versa. Ele também te faz brilhar e se destacar no meio da multidão.

Não é fácil, mas veja como faz algum sentido: se você se encontrar e souber o que te faz feliz, você vai fazer o seu papel com maestria, vai ajudar pessoas a resolverem seus problemas e gerar valor na vida delas. E em troca, de forma inevitável, você vai receber valor de volta em forma monetária. Pode demorar um pouco mais, um pouco menos, vai depender muito da sua dedicação, mas o dinheiro virá se você conseguir gerar valor com o seu trabalho. Esse é só o primeiro passo, é claro.

Depois de descobrir a sua habilidade chave, a sua missão, você precisa levar isso ao conhecimento do mundo para monetizar os seus talentos. Aqui é que entra a sua habilidade de marketing e vendas, que deveria ser uma fiel escudeira. É importante trabalhar pra desenvolvê-las.

E mais uma vez a sincronicidade parece estar operando perfeitamente, pois a internet está te dando essa possibilidade de fazer isso a um custo infinitamente menor que antes. É possível começar um trabalho novo com muito pouco hoje em dia. É possível vender o seu trabalho sem precisar sair se vendendo ou investindo dinheiro em publicidade. É possível atrair as pessoas que precisam do seu trabalho gerando conteúdos relevantes e úteis nas mídias digitais, que são uma imensa vitrine e tem transformado vidas em tempo recorde para muitos que trabalham nela com verdade, integridade, consistência e gerando valor real, se colocando a serviço do mundo, transferindo conhecimento e ajudando as pessoas genuinamente.

Tenho muitos amigos fazendo isso e eu mesma segui esse caminho de começar um novo trabalho a partir da criação de uma presença online e construção de autoridade digital na minha área como coach. Eu me preocupo em me tornar uma referência gerando valor primeiro. E os clientes serão uma consequência dessa presença depois que você gera valor com consistência, através do seu conteúdo.

A princípio pode parecer que não é pra você, pois temos a tendência de não nos acharmos bons o bastante. Mas, o que mais tenho visto são pessoas que antes não se expressavam, não compartilhavam, não ensinavam, e que estão se descobrindo “autores” de muito conteúdo útil pra vida das pessoas.

E como o próprio nome diz, o fato de se tornar “autor” de conteúdos, te proporciona cada vez mais rápido o ganho de “autoridade” na sua área. Você passa a ser uma referência para uma comunidade que te segue.

Você pode começar como eu estou fazendo aqui: escolha um nicho e um posicionamento, escreva um blog, faça vídeos, use o facebook, o instagram, o linked in, o youtube etc. Coloque pra fora um conteúdo capaz de ajudar pessoas e depois uma parte dessas pessoas vai precisar do seu trabalho remunerado.

Pense bem enquanto passa pelo desemprego, enquanto decide aquilo que quer fazer, mesmo que esteja em busca do emprego novo. Comece a se descobrir e a compartilhar isso com o mundo usando o poder da internet. Quem sabe você não vai descobrir um novo empreendedor dentro de você e aprender a monetizar os seus talentos mais cedo do que imagina.

Vamos lá? Como você vai ajudar o mundo enquanto espera o Brasil melhorar? Tenho certeza que se colocando em movimento talvez você não precise esperar tanto.

Para conhecer mais do meu trabalho continue navegando no meu site: www.carolinecaracas.com.br

Um presente para você: Baixe o Ebook gratuito: Os 4 Pilares da Transição de Empregado a Empreendedor

Para consultas sobre coaching individual me envie um email: caroline.caracas@gmail.com

Agenda de 2017 está aberta para início em janeiro, com vagas limitadas a 3 pessoas por trimestre. Me conte sua história e em que precisa de ajuda que agendaremos sua sessão inicial de entrevista.

APOSTE NA CONSTRUÇÃO DA SUA AUTORIDADE DIGITAL

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O Mundo Corporativo tem Data de Validade

Há algo de muito louco acontecendo no mundo corporativo. Pessoas bem sucedidas que saem dele ou foram saídas, ambas comentando sobre o “alívio” ao passar pela catraca pela última vez ao invés de sentirem desespero. Pelo menos no primeiro momento, é isso mesmo, alívio imediato.

Vejo tanta gente pedindo socorro até mesmo sem falar.

Mas apesar de ver tanta gente infeliz, exaustos das excessivas horas de trabalho, do stress e ansiedade, do trânsito, da politicagem, das pessoas negativas e fofoqueiras em volta, dos chefes perdidos que não sabem o que querem e muitas vezes desrespeitosos, de não serem reconhecidos e não gostarem do salário que recebem, de não terem perspectiva de crescimento e ainda por cima viverem assombrados pela lista de demissão do mês seguinte; e pra completar a tristeza, de não terem tempo para si e para as famílias e de não conseguirem nem fazer uma atividade física para pelo menos se manterem saudáveis pra encarar isso tudo; Ufa!  APESAR disso TUDO, eu encontro tanta resistência dessas pessoas de buscarem um novo caminho, por medo e crença, que chega a ser agoniante assistir.

Essa resistência tem vários nomes:

  1. medo de perder a “pseudo” segurança financeira (compreensível!! quem não tem?)
  2. crenças limitantes (aos montes!! “eu não nasci pra empreender”)
  3. medo das críticas (meus colegas vão me chamar de louco se eu for empreender nessa crise!)
  4. procrastinação (a vozinha que te fala “e se der errado” e você nunca dá o primeiro passo, portanto nunca vai saber)
  5. vergonha (“ai Meu Deus, eu que vou ter que ir atrás de clientes, promover meu trabalho! Eu vou incomodar, não gosto de vender, não gosto de pedir nada pra ninguém, ai Meu Deus”)
  6. falta de disciplina (“ai, isso vai dar trabalho, vou ter que me reinventar, ai ai ai, eu quero, mas não tô a fim de pagar o preço”)

Esse papo aqui tá mais direto e talvez mais doloroso do que eu costumo falar, mas pra você se dar conta que tem sair do que não gosta (a vida á uma só!), alguém tem que fazer esse papel não tão agradável.

Se você já me acompanha, sabe que eu vivi tudo isso e consegui fazer essa transição. E não sou diferente de ninguém, tive que passar por cima de tudo isso que listei aí em cima.

E portanto, sinto essa missão de compartilhar e mover mais pessoas pra fora dessa zona de sofrimento. Eu também vim desse lugar, cheia de crenças e medos que me limitavam. Se eu consegui porque você não consegue? É claro que consegue, mas precisa decidir, precisa querer muito. Se não desejar do fundo da sua alma, você vai se sabotar.

Se não entrar em ação pra realizar esse desejo, adeus sonhos!

Converso com tanta gente do meu antigo mundo e eles queriam tanta coisa e ficam só nesse “queriam”.

Queriam independência financeira com mais liberdade e flexibilidade de tempo, queriam assumir o controle da sua agenda! (empreender não significa que você vai trabalhar pouco, mas sim, você passa a ser dono do seu tempo)

Queriam trabalhar com algo que realmente amam, com mais propósito. Quanta gente tem me dito que não vê o seu trabalho gerando o bem pra sociedade e como isso é frustrante

Queriam viajar mais e poder trabalhar de forma equilibrada, mesmo quando viajam (a vida é um sopro e mesmo assim a gente não aproveita pra conhecer o máximo que podemos do mundo!)

Queriam poder se cuidar mais (caminhar, meditar, comer bem, se espiritualizar)

Queriam poder usar mais a sua criatividade, palestrar, escrever um livro, fazer um vídeo, criar um blog, fazer diferença por onde passam com a sua mensagem

Queriam ter uma vida mais feliz, com mais significado, ganhando dinheiro fazendo o que amam!

Acho que esse é o resumo do “queriam”. Quem não quer?? Mas o tempo do verbo é que tá errado. Chega de “queriam”. Você quer ou não quer? Decide e passa pro próximo passo. Sinto em dizer que você só vai conseguir essas coisas empreendendo. Elas não são compatíveis com uma vida de empregado.

Próximo passo: o que você está fazendo hoje que vai produzir um impacto gigante nesse futuro que você quer?

O que você está fazendo de concreto? Está se preparando e agindo, estudando como mudar sua vida e ao mesmo tempo colocando esse conhecimento em prática?

Caramba, o que você está fazendo? Está fazendo o suficiente?

Ou quando você começa o movimento alguém vem e diz: “empreender é perigoso, não é pra você, não é pra gente, não é pro Brasil” etccccs e mimimimissss!!!

Deixa eu falar uma coisa que talvez você não tenha percebido:

Toda vez que você tentar empreender na vida, seja lá do jeito que for, as pessoas do seu convívio podem até te dar força na teoria, mas quando eles virem que você realmente está se dedicando a isso elas começam a se incomodar muito e a te sabotar, às vezes inconscientemente.

Sabe porque? Porque elas veem que você tem uma chance concreta de conseguir sair da vida que não quer mais e escolher uma nova. E elas vão ficar pra trás por medo e por inação. E isso dói nelas, isso incomoda. Eu tive pessoas que eu gostava muito e que estavam fazendo isso à minha volta. Se prepara pois elas vão tentar de puxar muitas vezes não por maldade, mas pela insegurança de tentar o mesmo pra elas próprias. Esse é o comportamento humano padrão: de se comparar e não querer ficar pra trás.

Enquanto isso, você vai seguir em frente se estiver com a mentalidade certa. E ainda vai ajudar essas pessoas. É isso que você deve fazer.

Pensa o seguinte: se você não se preparar e não tentar, nunca vai saber. Sua vida vai ser um eterno “E SE”, a expressão favorita dos sabotadores internos.

Se já tem tanta gente de fora tentando te sabotar, você vai permitir se sabotar também?

Saia dessa. Simplesmente tenha consciência disso, assuma o controle e saia dessa conversinha interna. Ela não vai te levar a nada, a lugar nenhum.

Se o seu maior desejo é como o meu e da maioria das pessoas que já ajudei ele é muito igual a isso:

“Trabalhar com o que eu amo, ter um negócio próspero financeiramente, uma família feliz, e uma rotina saudável”

Esse era o meu desejo quando comecei e sinto que estou bem no caminho. Mas eu não saberia se tivesse ficado na conversinha do “E Se”.  É preciso apenas um pouco de paciência e persistência e curtir o PERCURSO TODO e não só a LINHA DE CHEGADA.

Cada dia de uma jornada com um propósito claro é prazeroso, então você não precisa esperar anos pra se sentir feliz, porque você vai estar sendo feliz a cada dia da jornada.

O seu conceito de sucesso vai mudar muito quando você parar de trabalhar pelo sonho dos outros e começar a trabalhar pelo seu. Todo dia vai ser um micro sucesso se você souber celebrar.

Uma outra cliente me falou:

“Ter sucesso pra mim é fazer o que a gente ama, é viver uma vida plena sabendo que tudo aquilo que vivo é o resultado de escolhas que faço. Sucesso é impactar a vida de muitas pessoas de forma positiva, agregando valor a elas.”

Eu concordo com ela, só que não dá pra ficar esperando ele vir do acaso, você tem que criar esse sucesso.

Se a gente estiver tendo esse papo daqui a 1, 2 anos, você vai desejar ter começado hoje. Por isso estou aqui, cumprindo essa missão que transformei em trabalho, mas NÃO, NÃO é fácil. Eu só posso ajudar quem decide que quer ser ajudado. Se você é uma dessas pessoas, começa com um primeiro passo, consome alguns desses conteúdos gratuitos que preparei pra você em um treinamento que abro duas vezes ao ano gratuito, a Semana Empreenda-se. Fica no AR por poucos dias AQUI! É só clicar.

O importante é você sair depois desses vídeos melhor do que entrou e acho que vai. Se permita! Se joga!

Acesso ao workshop aqui: http://programaempreendase.com.br/blog

Beijo grande e mão na massa

Caroline Caracas

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Você irá aprender a gerar e publicar conteúdo que constrói autoridade, a tornar-se um profissional requisitado, atraindo os clientes que pagam mais pelo seu trabalho e construindo uma marca pessoal única.

 

Mas afinal, o que querem as mulheres? (artigo co-criado por várias delas!)

A velha indagação feita por Freud, pai da psicanálise, já virou livro, série de TV e continua dando muito pano pra manga. Afinal, nossos desejos evoluem junto com o mundo e não abrimos mão do nosso “querer apaixonado”. Mudam-se os tempos, evoluem os desejos, mas permanece a imensa determinação de alcançá-los passada de geração em geração.

Para realizar esse artigo, enviei a pergunta em grupos de whats app e nas minhas redes sociais: Mas Afinal, o que Querem as Mulheres?

O engajamento foi instantâneo. Elas não perdem a oportunidade de expressar pro mundo seus pensamentos, pleitos, emoções e contribuições. Sem as minhas colegas de gênero esse artigo não seria tão real! De antemão, meu muito obrigado pela participação de TODAS!

Meu papel hoje aqui é apenas reunir em palavras suas expressões e desejar que o seu Dia da Mulher seja um dia especial, apesar de ser um dia comum de luta e glória na vida de tantas mulheres.

Vamos aos resultados da enquete:

Respeito

Queremos respeito, acima de tudo. Nada adianta a fala de igualdade de direitos, se nós mulheres não somos respeitadas. Respeitadas dentro do lar, quando da arte de ser mãe, esposa e companheira. Respeitadas, quando na Empresa temos o papel de protagonizar a gestão de pessoas, finanças e tantas outras operações.

Não queremos chocolate!

Não queremos flores!

Queremos RESPEITO!

E, acima de tudo, sermos nós protagonistas do respeito para com o outro. Seja Homem ou Mulher. Respeito sem distinção de cor, sexo, raça, gênero e/ou escolha sexual. É preciso Respeitar! (Patricia Marel)

Respeito, cumplicidade e autonomia. (Mônica Martins)

Igualdade

Igualdade e respeito, o resto a gente conquista. (Simone do Valle)

Seu espaço de direito e autenticamente feminino, sem ter que se moldar aos aspectos masculinos para se valerem. (Thais Leal)

Acho que chega dessa historinha de mulher ser taxada como a princesa presa no castelo a espera do príncipe encantado.. somos a dona do castelo, nada de beijo no sapo que vai virar o príncipe, já foi!! O sapo foi pro Brejo hahaha! Brincadeiras literárias a parte… somos mulheres com instinto de vencedoras, guerreiras, gostamos de gentileza, admiração e respeito! A todas nós guerreiras e belas Parabéns mulheres. (Ismênia Raposo)

Ser amada (é claro!)

Ser feliz, me sentir amada, reconhecida, desejada, respeitada, livre, ter momentos de plena calmaria, conseguir administrar meus sentimentos de forma eficiente para conseguir alcançar meus objetivos sem ter crises em que até esqueço quais são. (Paola Buoro)

Liberdade! Sabedoria! Tempo! Paz

Citado por muitas delas de forma direta e curta! (Diana Macedo, Jac Lopes, Maria Lavareda, Priscila Macieira, Janaina Michiles, etc)

Ser feliz!

O ser feliz é o resumo de tudo, mas veio seguido com alguns predicados: Ser feliz e ser magra! (tá no seu direito!)

Ser feliz e menos complicada (concordo!)

Ser feliz e Basta! (de bom tamanho!)

Sucesso Profissional

Eu quero reconhecimento profissional! (Gláucia Hamond)

Conciliar carreira e maternidade (Andréia Gonçalves)

Vida Simples

Disse Manu Peixoto: Vida simples, tempo livre, paz interior, fazer a diferença na vida das pessoas, ajudar o mundo a ser um lugar melhor.

E eu assino embaixo! Acho que às vezes não sabemos que queremos isso, mas quando ganhamos essa consciência a vida se torna muito mais leve e descomplicada.

Contribuir para um mundo melhor

Esse é um desejo genuíno de todas nós, tenho certeza! Ainda que muitas se adormeçam pela correria do dia a dia e se sintam um pouco egoístas. Basta um simples chamado para elas se enfileirem prontamente como um exército de benfeitoras, prontas para ajudar ao próximo. (Cristina Guimarães)

Relacionamentos saudáveis

Um relacionamento assentado em um banquinho de 3 pés. Um pé de bom humor/leveza. Um pé de tesão. Um pé de admiração por si mesma e pelo outro. (Rossana Maria)

Poder

Teve até resposta bem freudiana da amiga psicóloga e youtube Flávia Melissa: “As mulheres querem se sentir completas e poderosas, pra negar a castração e o buraco deixado pela quebra do narcisismo”. (segundo Freud elas querem o “falo” do homem de volta, elas querem o poder!)

Poderia ir além, afinal foram muitas as respostas, mas esse artigo ficaria longo demais! Vamos parar por aqui e “carpe diem”!

Vamos fazer mais por nós mesmas nesse dia de muitas homenagens. A data comemorativa é apenas um lembrete de que temos que nos valorizar e buscar plenitude e felicidade acima de tudo.

E mesmo que você seja do sexo oposto, desperte em você a alma feminina cheia de amor, carinho, cuidado, garra, força de vontade, inteligência sensualidade e muito sentimento de solidariedade pois o mundo precisa disso para superar seus enormes desafios.

(Para ver na íntegra as resposta acesse a minha time line no Facebook (carolinecaracas) e no instagram @carolinecaracascoach.

5 Regras de Empreendedorismo que os Iniciantes Ignoram

Essa semana tive a honra de ser entrevistada por um repórter da Exame colaborando para uma matéria sobre regras básicas que são ignoradas por empreendedores iniciantes.

Esse é um assunto que tenho muito gosto em falar, pois passei por tudo isso e sei o quanto ter conhecimento daquilo que estamos fazendo vai economizar erros, tempo e dinheiro na jornada.

A Matéria ficou bem objetiva e tem dicas valiosas, não só minhas, mas de outros consultores que também colaboraram. LEIA clicando agora abaixo!

5 REGRAS DO EMPREENDEDORISMO QUE OS INICIANTES IGNORAM

O objetivo de compartilhar essa matéria é reforçar o que tenho ensinado, seja gratuitamente, ou em meus programas de treinamento pagos.

Hoje em dia, você precisa ter presença online, gerar conteúdo e construir uma autoridade digital pro seu nome se quiser ser reconhecido, requisitado e bem remunerado.

Eu não participaria de matérias como essa, o que aumenta a minha visibilidade, se não tivesse investido muito em ter essa presença online forte. E além dos benefícios para os negócios, é um caminho de auto realização também, pode acreditar.

O exercício de “Compartilhar” é apenas uma questão de hábito e não uma questão de saber ou não saber fazer isso, pois esse desejo já vem de fábrica na gente. Você saberia como fazer se estiver disposto a isso. Comece a compartilhar então sobre alguma área da vida ou do trabalho que te dê prazer e que você tenha experiência. Pode ser em um blog, nas redes sociais, em um canal de vídeos, enfim, comece e depois busque o aperfeiçoamento durante a jornada. O caminho vai se abrir e você vai aprender muito com isso, juntamente com a sua audiência.

Esse hábito fortalecedor pode mudar muita coisa na sua vida pessoal e profissional. Mas faça disso um hábito MESMO, um compromisso. Quando eu falo de hábito pense em uma ação consistente e regular. Daí é só ter paciência pra colher os resultados.

Você pode se tornar uma autoridade digital em qualquer profissão ou tipo de negócio para aquelas pessoas que te acompanham. Faça isso cheio de propósito, com empatia, com foco em ajudar o outro, entendendo que o dinheiro que você vai ganhar é necessariamente uma consequência do que você vai contribuir.

Uma frase boa pra quem só quer estar na internet focando em ganhar dinheiro rápido: “Tira o dinheiro da cabeça que ele corre pro Bolso”. É a mais pura verdade.

Tive meus momentos muito focada e preocupada com o dinheiro, porque é lógico que ele é importante, mas foram os momentos em que eu menos produzi e por consequência não conseguia me destacar. Hoje eu controlo meus pensamentos de forma muito disciplinada e foco numa pergunta poderosa: “Estou sendo útil pra minha audiência? Como posso ser ainda mais útil?”.

Já percebi claramente que quando estou focada nisso, concentrada em seguir esse caminho, as “coincidências” começam a acontecer de forma muito fluida. E assim as oportunidades aparecem com uma ajudinha do universo conspirando lindamente ao meu redor.

Não é todo dia que você consegue estar tão concentrada e focada assim. Os momentos ruins acontecem, eles passam pela vizinhança e tentam bater na nossa porta. Às vezes até entram pois não somos de ferro, mas faça uma coisa: não faça sala pra eles!!! Eu tento me comportar assim: se a coisa tá esquisita, pensamentos ruins rondando, eu não dou vida fácil a eles. Não faço sala pra visita chata e tóxica na minha mente. Expulse!!! rsrs

Queria finalizar te agradecendo muito pela sua companhia, seja por aqui lendo os artigosm seja nas redes sociais ou assinando minha lista de emails, o que me possibilita compartilhar e continuar fazendo um trabalho que eu amo.

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Empreender vale a pena, mas sem muita #mãonamassa suas chances de sucesso diminuem muito. Estude e pratique o tempo todo! Se falhar, lembre-se que aprendeu e não fracassou. Corrija e siga em frente.

Caroline Caracas