empregado e quer empreender segurança financeira

Empregado e quer Empreender? Descubra o maior medo em comum!


O maior medo do empregado e quer empreender está na questão financeira. Este é o assunto: Perda de Segurança financeira! Vamos falar sobre isso?


Em uma pesquisa recente que fiz com o público empregado e quer empreender, alguns dos meus clientes do programa Empreenda-se. Fica muito claro que o maior medo de fazer esse movimento está na questão da perda da segurança financeira. Ou seja, o medo de perder o salário fixo, não conseguir pagar as contas e ainda fracassar no negócio.

O medo de fracassar em um negócio é uma outra questão a se lidar. Mas sobre o medo de perder a segurança financeira, a primeira coisa que temos que pensar e questionar é sobre essa ideia de que temos uma segurança financeira. Será???

Ou seria uma pseudo segurança financeira que um emprego nos dá? Olhe à sua volta, especialmente no ano que passou com tanto desemprego acontecendo, vai constatar que não é uma verdade. O que existe é uma crença construída na nossa cabeça e da maioria que vive assalariada. De que existe uma segurança financeira quando se tem um emprego.

Eu não estou dizendo que não exista uma segurança a mais de curto prazo. Ou pelo menos um sentimento de que ela existe. Mas vamos ser francos, na prática ela só dura 30 dias e no mês seguinte tudo pode mudar.

Infelizmente, se esse é o seu caso, ou a sua crença, seria importante e urgente se confrontar com essa antiga ideia. Pois o mundo já não é mais o mesmo.

Aliás, pela lei, nunca foi uma verdade que se tem segurança financeira no mundo corporativo. Afinal, você pode ser trocado ou demitido a qualquer momento. Mas é claro que no passado a probabilidade de você ficar numa empresa até se aposentar era muito maior. Nós vimos isso acontecer muitas vezes em nossas famílias e vem a crença de que teremos segurança financeira se estivermos empregados.

Então, pra você que tá sofrendo com esse medo, eu só queria fazer esse primeiro alerta. Você está sofrendo por uma crença de que tem a tal da segurança financeira, mas ela não existe na realidade.

Por outro lado, é super esperado que esse seja o medo número 1, afinal, só de pensar na possibilidade de perda do conhecido e seguro, já sentimos pavor. É compreensível, mas não deveria mais ser algo aceitável passivamente por quem está em busca de mudanças. Se desejamos uma nova realidade, ela necessariamente passa por começarmos a mudar os nossos pensamentos.

   A vida acontece na zona de conforto, mas a mudança de vida que desejamos acontece bem fora dela, isso é um fato.

A proposta aqui é abrir os olhos e a mente: se você não quiser se enganar ou se sentir enganado caso algo aconteça e você perca a sua “pseudo” segurança, comece a ressignificar agora essa ideia na sua cabeça. Quanto mais diluir esse medo, entendendo que ele é apenas uma crença, mais preparado estará para lidar com a situação caso ela se apresente.

E ainda digo mais: só de perder essa falsa sensação de segurança, você já vai ganhar bons motivos para entrar em ação. Construir o seu plano B o quanto antes. Quando menos esperar, ele poderá se tornar o seu Plano A. E sim, você pode se organizar para construir isso em paralelo. Ainda mais hoje, com o poder da internet e tantas facilidades para aumentar a sua produtividade e gestão de tempo.

Se o mundo já não é mais o mesmo e a gente evolui junto com ele. Certamente, criar oportunidades nesse novo mundo vai depender da nossa perspectiva das coisas.

Basta olhar os grandes cases de sucesso em negócios no mundo atual, e perceber que a oportunidade está para todos. E, não depende mais tanto do poder financeiro.

A sucesso dos negócios está menos na carteira e mais na inteligência, pois os recursos e informações são mais acessíveis do que nunca. O sucesso está na capacidade de resolver problemas de pessoas de forma eficiente e no alcance dessa solução. É preciso localizar esses problemas e que pessoas queremos servir, aí ficará mais fácil gerar soluções dentro daquilo que somos bons em fazer, as nossas habilidades que nos destacam.

Escolha sua audiência!

Veja o caso do Whats App, do Uber, do Airbnb, todos esses estão entre os negócios mais valorizados do mundo em pouquíssimo tempo e que combinaram esses fatores: fizeram a vida de alguém melhor com enorme alcance e por isso vingaram em escala global. O Airbnb não precisou construir casas e apartamentos, o Uber não precisou fabricar carros, e o Whats app não precisou construir uma infraestrutura gigante mundo a fora. Tudo foi uma combinação do que já existia para resolver problemas de uma outra forma e com enorme alcance, com poder de se espalhar usando a internet.

O alcance, o impacto e o engajamento das pessoas com uma nova ideia de negócio que esteja efetivamente resolvendo problemas. Tem o poder de atrair o capital, seja de investidor, ou seja, do próprio público consumidor. E está mais disponível em todos os cantos do planeta com abrangência e escala. Mas para isso você precisa ter a audiência e atenção das pessoas que você quer servir. A audiência na internet passou a ser a nova moeda de valor que faz o capital surgir.

Se você tem audiência, você tem um negócio. Se você tem uma proposta de valor e tem pessoas acompanhando o seu trabalho, dessa audiência virão seus primeiros clientes. E, consequentemente os melhores investidores do seu negócio.

Pessoas que confiam em você e querem consumir o que produz e que vão financiar comprando antecipadamente o seu produto. Algo que muitas vezes nem existe. O foco deve ser em conquistar os clientes antes mesmo de ter o produto. E por isso é tão importante pensar e agir rápido para ter uma presença na internet. Para construir uma autoridade e credibilidade em algum nicho, em algum tópico que você escolher dentro da área de atuação.

Você já conhece o Aquimia da Autoridade?

Isso sim pode amenizar o seu medo de perder a sua segurança financeira. Quando ela falhar, o que independe da sua vontade. E quando você decidir que é a hora de deixá-la para trás. Você já terá uma zona de engajamento real à sua volta. Com pessoas que te conhecem, apreciam e confiam no seu trabalho. Essa sim é uma forma sob o seu controle de construir um novo tipo de segurança financeira. Aquela em que você gera valor para uma audiência e ela te devolve esse valor comprando algo de você. Seja seu produto ou serviço.

Essa é uma nova economia, onde todos podem empreender construindo um negócio em torno da audiência que constroem para si. E, da marca pessoal que constroem com a ajuda da internet. E você vai participar ou deixar o medo te dominar?

Dependendo do momento em que você está lendo esse texto, o Workshop Gratuito da Semana Empreenda-se estará acontecendo. Têm vídeos, webinários e PDFs para download. Clique AQUI para assistir:  www.programaempreendase.com.br/blog 

ALQUIMIA DA AUTORIDADE CAROLINE CARACAS

transição de empregado a empreendedor

15 Perguntas que você deve se fazer antes de fazer a transição de empregado a empreendedor

Você quer empreender só porque odeia o seu emprego? Isso não é suficiente.

Infelizmente essa não é uma situação incomum. E, consequentemente o que se vê é um enxurrada de novas empresas fechando nos primeiros meses de vida e empreendedores iniciantes pagando um preço alto na sua vida pessoal e profissional por este movimento errado. A transição de empregado a empreendedor deve ser pensada.

Antes de partir para o empreendedorismo, tenha consigo mesmo uma conversa bem sincera sob pena de dar uma direção equivocada à sua carreira.

Você pode buscar um aconselhamento profissional de transição de carreira e isso é muito válido. Mas se não puder fazer isso no momento por questões financeiras, saiba que hoje temos inúmeros coaches e mentores fazendo um excelente trabalho nessa área de carreira e empreendedorismo, através de conteúdo gratuito pela internet.

Se quiser dar uma espiada no meu ebook, blog e redes sociais, eu tenho muito conteúdo gratuito sobre isso no meu site www.carolinecaracas.com.br ou da minha empresa www.marketingminds.com.br).

Mas antes que você faça esse trabalho sozinho buscando informação por aí, vamos já colocar a mão na massa aqui fazendo alguns exercícios.

Mesmo que você ainda esteja naquela fase da resistência, que ainda não se convenceu que precisa de uma ajuda profissional externa (conheço muitos empregados assim!), que tal começar buscando essa ajuda primeiro dentro de você.

O autoconhecimento é necessariamente o primeiro passo de quem busca esse tipo de transição de empregado a empreendedor, mesmo que você não reconheça isso ainda. Todo negócio vai ser a cara do dono e os resultados serão proporcionais às suas ações feitas com consistência. Imagina então se você não tem clareza dos seus pontos fortes e pontos de melhoria, habilidades, talentos e competências? O destino de quem tem falta de clareza é um só: a inação.

Ou talvez você seja aquele tipo de pessoa que associa auto conhecimento com auto ajuda, e tem sérios dogmas, crenças negativas e preconceitos a respeito disso.

Esqueça isso por alguns instantes e siga nesse artigo. Faça um exercício mental e troque a expressão auto ajuda por diálogo interno. Vamos aqui exercitar simples perguntas que vão te ajudar a se encontrar caso você se sinta meio perdido em relação à sua carreira.

A primeira delas é:

1)  Você odeia seu emprego ou odeia apenas algumas coisas nele?

Isso precisa ser colocado no papel já. A consciência gera clareza.

Pegue uma folha em branco e passe um risco no meio dela.

De um lado escreva: coisas que eu gosto no meu emprego e do outro lado o oposto, aquelas coisas que você não gosta ou até odeia.

Você precisa ser o maior expert do mundo sobre os seus questionamentos antes de decidir empreender.

Vamos imaginar que você responda algo parecido com isso:

O que eu odeio no meu emprego:

–      o meu chefe

–      a minha função

–      ter que trabalhar horas extras

–      o trânsito pra chegar até o trabalho

O que eu gosto:

–      dos colegas

–      do ambiente

–      dos benefícios

–      do salário

–      do segmento de atuação da empresa

Se o seu problema tem mais a ver com o seu chefe, com o trânsito, com a sua função, ou seja, fatores mais externos do que internos, você vai encontrar muita dificuldade e ter pouca resiliência ao empreender.

Com esse quadro, possivelmente você não estaria qualificado para o empreendedorismo (ainda!!), o que não significa que não possa ser o seu caminho. Só quer dizer por enquanto que isso não é suficiente e que você não está com a motivação correta para encarar uma nova vida empreendedora, mas que pode se desenvolver e mudar completamente sua mentalidade.

Existem grandes chances de que nessa situação você possa resolver seu problema dentro da própria empresa acessando as pessoas certas ou até preparar um bom currículo e ir a luta no mercado.

Agora vamos imaginar que você tenha respostas mais parecidas com essas abaixo  (mas lembre-se: tenha a conversa mais sincera do mundo consigo mesmo! Não se sabote)

O que eu gosto:

–      da maior parte das pessoas

–      da apresentação de resultados da minha área no fim do mês

–      de um desafio novo

–      de ganhar bônus por mérito

–      de liderar pessoas

–      de bater metas

O que eu não gosto:

–      da falta de liberdade

–      da rotina

–      de chefes que abusam do poder

–      da cultura sem autonomia

–      de não ser reconhecido

–      da burocracia

–      de ter sua criatividade tolhida

–      de não poder exercer o seu potencial

–      de não ser ouvido

Essa situação já mostra uma mentalidade e um conjunto de sentimentos bem mais favoráveis para você se descobrir como empreendedor.

Em geral, o que move um aspirante a empreendedor tem muito mais a ver com inquietações internas e fatores intrínsecos. Uma vozinha convida a realizar algo maior no mundo, alinhado a um propósito e estilo de vida desejado. E mais do que isso: um desejo de liberdade e flexibilidade de tempo toma conta de você.

O empreendedor é alguém mais movido a propósito, metas, vontade de inovar, experimentar e liderar para viver nos seus próprios termos, e com isso fazer a diferença por onde passa.

Não é incomum também observarmos dentro das empresas, seja em líderes ou liderados, os intra-empreendedores, aqueles que desempenham seus papéis com sentimento de donos, altamente comprometidos em gerar resultados e em busca de reconhecimento pessoal tanto quanto o dinheiro.

Já vi excelentes funcionários intra-empreendedores perderem o engajamento, a motivação, justamente quando as regras das recompensas não são claras, e o reconhecimento não chega. Seja em forma de compensação financeira ou desafios para crescer.

Essas pessoas já empreendem no seu dia a dia mesmo sendo empregados. Elas apenas não despertaram pra isso. Em geral, por crenças transparentes e limitantes elas não acreditam que sejam capazes de gerar receita para elas, em carreira solo, da mesma forma que geram resultados para as empresas. Dessa forma adiam a decisão de empreender, mas o tempo é implacável. O incômodo se instala e a vontade de empreender em seus próprios projetos vai crescendo.

Então falamos da primeira pergunta e ela foi densa: porque você odeia o seu emprego e porque você deseja empreender?

Agora que você já tem um primeiro diagnostico na mão, não se aflija, apenas reflita mais!!! Se ele não estiver favorável para o empreendedorismo, por enquanto não quer dizer que você não possa se desenvolver para empreender. Ele apenas te deixou mais consciente das suas reais motivações e de que tem um trabalho a ser feito, especialmente de mentalidade, do nosso jogo mental e emocional interno, que será nosso grande inimigo na vida empreendedora quando a coisa apertar.

Agora mais algumas perguntas.

Você deve responder a todas elas. Isso vai te ajudar muito a tomar decisões mais conscientes sobre o seu próximo passo na carreira.

2.    Você se sente deprimido aos domingos?

3. Você desliga o despertador muitas vezes todos os dias e sente como se arrastasse para o trabalho?

4. Você não tira o olho do relógio esperando que o dia acabe?

5. Você passa o dia distraído nas redes sociais e em seus sites preferidos?

6. Você não tem vontade de dar opinião nas reuniões? Prefere obedecer diretrizes sem ter muito trabalho de argumentação sobre os assuntos da sua função?

7. Você se sente acomodado em relação à sua posição atual?

8. Você está conseguindo usar seu potencial no trabalho?

9. Você está aprendendo?

10. Você está se divertindo enquanto trabalha?

11. Você se sente crescendo na profissão?

12. Você está pleiteando e aceitando desafios?

13. Onde você quer estar em 1 ano, 5, 10, 20 anos? Como você imagina seu futuro?

14. Que historia você quer contar pros seu netos sobre a sua vida e carreira, sobre a sua contribuição no mundo?

15. Você sente que gostaria de viver um trabalho e uma vida nova mas tem muito medo?

Quando surgir o incômodo, esse raio X dos seus pensamentos e sentimentos é a coisa mais importante em relação a sua carreira.

Ou seja, você precisa dar mesmo uma parada e se reconectar. Se auto conhecer. Entender onde você se perdeu da sua essência.

Em resumo você precisa descobrir sobre si mesmo:

Quem é você? Onde você está hoje? Pra onde você está indo? E se esse é o lugar pra onde gostaria de ir? Ou as suas ambições são totalmente diferentes do estilo de vida que está construindo?

O empreendedorismo é uma escolha consciente de um estilo de vida novo com muito trabalho pela frente, onde praticamente não haverá separação entre vida pessoal e profissional. Você vai precisar gostar do seu trabalho pois ele se confundirá com a sua própria vida de forma muito natural. É preciso encontrar a interseção entre o prazer e a recompensa financeira.

O auto conhecimento tem tudo a ver com ganhar dinheiro, eu escrevi sobre isso em outro artigo que você também deve ler.

A técnica de se fazer perguntas poderosas é o seu antídoto para evitar uma morte súbita como empreendedor. As perguntas e as respostas conscientes podem te levar a se desenvolver como empreendedor, a encontrar as motivações corretas e a se preparar para a realidade que o espera.

Essas perguntas um dia me fizeram parar, refletir e criar novos pensamentos, novas convicções que geraram coragem para trabalhar pelos meus sonhos e não mais trabalhar pelos sonhos dos outros. Elas me levaram a criar uma nova realidade, com mais prosperidade para mim e minha família, trabalhar com mais propósito e me sentir realizada de novo profissionalmente.

Eu só posso afirmar que todos podem se empreender, fugir das grades do seu condicionamento mental, de uma vida inteira, onde a maioria de nós foi preparado para uma mentalidade de empregado. Não temos culpa disso, simplesmente fomos treinados dessa forma, mas a boa notícia é que isso é reversível, desde que a pessoa queira se desenvolver como empreendedor.

Só tem uma condição: você quer realmente pagar o preço para reverter essa condição de empregado e se transformar com convicção em um empreendedor dos seus projetos de vida?

Enquanto muitos à sua volta vão te ver como um desempregado tentando empreender, você vai estar mais preparado para uma nova perspectiva, a de se enxergar como um empreendedor de verdade, até que isso se torne um sentimento arraigado dentro de você.

Existe uma expressão famosa em inglês que diz: “Fake until you make it” e ela funciona. Aja como se já fosse e será! Você está prestes a criar uma nova realidade e ela precisa acontecer primeiro na sua mente, mesmo que todo mundo à sua volta não consiga ter essa visão. Prepare-se: isso pode acontecer.

A única condição e o primeiro passo para empreender é decidir se você quer. O resto é preparação e persistência.

E antes da gente se despedir lembre-se:

A auto realização é uma consequência de saber qual é a sua direção na vida, aquela que te satisfaz, seja empreendendo ou não. A vida é sua.

MUDANÇA DE RUMO PLACAS OLD LIFE E NEW LIFE CORAGEM

Mudança de rumo: o que a vida pede é coragem

Attraversiamo. Se você já leu o livro “Comer, Rezar, Amar”, de Elizabeth Gilbert – autora e protagonista da obra, que não é uma ficção, vale ressaltar. Ou assistiu à adaptação para o cinema, com a Julia Roberts. Ou até mesmo se você sabe um pouco de italiano, então talvez você conheça essa palavra. No português, ela significa, literalmente, “atravessamos”. É o ato de atravessar, a ideia de fluir, avançar, mudar. É a mudança de rumo!

Mas, se você nunca foi apresentado à história, eis aqui o contexto (talvez você se identifique). Liz, para os íntimos, apesar de uma carreira de sucesso, um marido apaixonado e uma casa perfeita, sentia-se perdida, sem rumo. Decidida a seguir em frente, demitiu-se do emprego e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo. Sozinha. Seu objetivo era visitar três lugares (Itália, Índia e Indonésia), onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza.

A jornada de Liz pode ensinar muitas coisas para todos nós. Mas, a principal delas, é que, à vezes, nós precisamos primeiro nos perder, para só depois nos encontrarmos. E essa é um pouco da minha história, também. Há um ano, me deparei com uma frase que mudou minha vida: “se você não trabalhar pelos seus sonhos, alguém vai te pagar para trabalhar pelos dele”. E aquela foi a gota d’água de um processe de inquietação crescente que já vinha dentro de mim.

Larguei uma carreira de 20 anos de executiva de marketing e vendas de grandes empresas para me lançar numa jornada empreendedora, incerta e desconhecida. Era como um tiro no escuro, como saltar de um avião sem paraquedas. A única promessa era a de felicidade, realização e mais liberdade.

Mas você pode conhecer mais da minha história, que talvez possa te ajudar a começar a sua – se você também pensa em realizar uma transição de carreira para o empreendedorismo -, no meu eBook.  “Os 4 Pilares da Transição de Empregado a Empreendedor”, que está disponível para download gratuitamente. Além de abrir todo esse meu processo de mudança para você, eu ainda conto como o marketing digital me ajudou nessa jornada. Além de várias dicas de produtividade, mudança de modelo mental e muitos outros insights.

Minha história, a da Elizabeth, a de tantos outros e talvez a sua, tem alguns denominadores em comum: uma inquietação. Um desejo de mudar e se reinventar, e coragem para se lançar rumo ao desconhecido. Mas é preciso, primeiro, dar ouvidos a essa inquietação e encontrar uma maneira para enfrentar seus medos. E não deixar que os problemas te sufoquem, transformando as situações de estresse em aprendizado e não em sofrimento ou dor.

Isso se chama “resiliência”. É a capacidade de voltarmos ao nosso estado natural após alguma situação crítica e fora do comum, superando pressões, obstáculos e dificuldades. Claro, não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. E eu quero te ajudar a aumentar o seu nível de coragem. Para que você possa tomar a decisão de dar os primeiros passos em direção a um sentido e um propósito de mudança na sua vida.

Mas o que você precisa saber, antes de tomar qualquer atitude, e que talvez, a maioria dos “corajosos” por ai não revela, é que coragem não é a ausência de medo. É a persistência, APESAR do medo, uma vez que nós somos programados, desde a nossa infância, para sentir medo. Coragem é a decisão de que algo é mais importante do que o medo, é um recurso interno que todos nós possuímos. E foi isso o que aconteceu comigo.  A coragem e a resiliência vieram acompanhadas de muito comprometimento, determinação e, também, planejamento.

Uma frase, do filme da Disney “O Diário da Princesa”, diz que o corajoso pode não viver para sempre, mas o cauteloso nunca vive plenamente. Você precisa, então, encontrar o meio termo entre a coragem e a cautela. Não é se atirar de um trapézio de circo sem rede de proteção e sem saber como alcançar o outro lado. É se lançar, sim, com coragem. Mas possuindo as ferramentas e os meios necessários para alcançar com segurança o outro lado do picadeiro.

E é ai que o planejamento desempenha um papel fundamental. Reduzir o poder do seu medo e criar coragem são os primeiros passos. Mas é a partir da organização e do planejamento que você vai desenvolver meios para poder realizar o que te faz feliz. E isso é essencial! Ame o que você faz ou vá fazer o que você ama! Destrua seus medos, jogue luz sobre eles, pare, pense, reflita, planeje e se informe. Pergunte a si mesmo se esses medos possuem fundamentos. Fortaleça-se emocionalmente e busque ajuda para desconstruir medos e crenças que te limitam.

Isso tudo é essencial para você fazer da dificuldade a sua motivação. Aceitar a resiliência como a sua capacidade de renovar as atitudes. E continuar aprendendo com cada lição, praticando a auto-responsabilização, um dos pilares dos processos de coaching. Auto-responsabilização é você desenvolver a clareza, a consciência. De que você não pode depender de ninguém e de nada. Nem de um contexto econômico, de um governo ou de um emprego. E quando você entende isso, tudo muda. Você deixa de adiar os seus sonhos e de colocar condicionamento para o que você quer realizar.

E quando você entende isso, tudo muda!

A partir daí, você vai iniciar um processo de transformação pessoal para que você se torne aquela pessoa que você precisa ser. E para conquistar o que você quer. A sua melhor versão. É um compromisso de repactuação com você e com a sua vontade de fazer dar certo. Attraversiamo! Atravessemos os limites que nos impedem. Dê a si a oportunidade de se encontrar nesta vida e não viver as margens de si mesmo.

O trecho abaixo, retirado de “Comer, Rezar, Amar”, é inspirador, e talvez faça sentido para você. E para o seu momento.“Aceitamos viver infelizes porque temos medo da mudança, que as coisas acabem em ruínas. Aí, eu olhei esse lugar, o caos que ele suportou, o modo como foi adaptado, queimado, pilhado e depois encontrou uma maneira de ser reconstruído, e me tranquilizei. Talvez minha vida não tenha sido tão caótica. O mundo que é, e a única armadilha real é nos apegarmos às coisas. A ruína é uma dádiva. A ruína é o caminho que leva à transformação”.

ESTA NA HORA DE EMPREENDER

Está na Hora de Empreender? 7 Ideias de Negócios PROMISSORAS para 2016.

Difícil. Esse foi um adjetivo muito usado para definir 2015, o “ano da crise”. Baixo crescimento da economia, pouco investimento, alto índice de desemprego e mais um sem números de dados desencorajadores. Mas será que o cenário de 2015 acaba nas badaladas da última hora do dia 31? Ou 2016 vai seguir a tendência e ser um ano com horizontes tenebrosos para a economia, empresas e negócios? Está na hora de empreender!

“Crise? Ouvi falar, mas decidi não participar”. Essa frase rodou pela internet e se tornou o mantra motivacional de empresários e empreendedores ao longo do ano. Ano em que palavras como “reduzir”, “cortar”, “baixar” e “desistir” foram constantes. A verdade é que, o ano vai mudar e o relógio vai badalar a meia noite. E não vai ter nenhum bibidi-bobidi-boo, nenhuma mágica vai acontecer.

Mas, mesmo com crise, você não precisa de nenhuma varinha mágica ou fada madrinha para começar a empreender. Pessoas continuam casando, tendo filhos e os colocando em escolas. Continuam precisando comer e se vestir, saindo para comemorar com os amigos, comprando presentes, para os outros e para si. Continuam viajando, mudando de endereço, cortando o cabelo e indo ao salão.E, principalmente, buscando formas criativas e diferenciadas de como adquirir tudo isso.

O segredo não é ignorar a economia ou o cenário atual, e sim avaliar o novo comportamento do consumidor, quais são suas dores, seus problemas, definir uma estratégia e criar soluções para resolver esses problemas. Mesmo diante das perspectivas, as oportunidades ainda existem, e empreender pode ser o caminho escolhido para criar um novo capítulo na história profissional e no desenvolvimento pessoal de cada um.

Se você está esperando as condições perfeitas para abrir seu negócio, um aviso: pode ter que esperar para sempre. Não existe um tempo certo para empreender, com crise ou sem crise. O que existem são as oportunidades, e elas se abrem e se fecham. E cabe ao empreendedor identificar quando há uma fenda por onde entrar. Perguntas como “será que eu já tenho o capital suficiente para montar o negócio?”. “Será que estou pronto para me tornar um empresário?”. “Será que meu negócio vai decolar nas atuais condições econômicas em que se encontra o país?”. Rondam a mente dos empreendedores, mas o importante é saber identificar as oportunidades que surgem em uma época como essa. E não esperar as condições totalmente perfeitas. Sempre há tempo para empreender quando você liga o radar empreendedor e está disposto a se diferenciar.

Lembre-se da famosa frase: na crise enquanto uns choram, outras vendem lenços.

E empreender é, no final das contas, uma jornada, com todas as dificuldades e benefícios que isso implica. Naturalmente, no final queremos ganhar mais liberdade, aumentar os ganhos e ser reconhecido pelo que fazemos, entre outros objetivos. Porém, para aqueles que se tornam modelos de referência aos outros, os desafios da jornada trazem mais prazer que a meta realizada. A grande motivação está em curtir o processo, fazer o que se ama, exercitar as suas paixões e talentos. E colocar isso para solucionar problemas do mundo. Dessa maneira, focando em gerar muito valor para a vida das pessoas, o empreendedor também colhe a desejada recompensa financeira. Que obviamente é o que faz de uma empreitada um verdadeiro negócio.

Para 2016, apesar da maioria das pessoas enxergarem escuridão devido, ao momento difícil que o país está vivenciando. Quem deseja empreender precisa ficar atento às oportunidades – e elas existem! E saber identificar um nicho de negócio promissor para iniciar a sua jornada. E ter um bom plano estratégico e uma gestão impecável.

Por isso, separamos 7 ideias de negócios e tipos de empreendimentos que prometem ser tendência no próximo ano e figuram como bons investimentos.
Dá só uma olhada na lista:

1. Comida para quem tem restrições alimentares:

Seja por questões estéticas ou de saúde, muitas pessoas aderiram à uma dieta mais restritiva e saudável. Sem laticínios, açúcar ou glúten, por exemplo. As dietas detox estão formando uma legião de apreciadores dos benefícios. Que a ausência de alimentos derivados da lactose, com glúten ou açúcar propicia. São pessoas que buscam por mudanças no hábito alimentar. E que estão dispostas a investir em uma vida e alimentação mais saudáveis, pagando até mais caro para isso. Mas que ainda encontram poucas opções no mercado. É ai onde você, futuro empreendedor, pode – e deve se inserir, suprindo essa necessidade e demanda já existente.

2. Economia compartilhada:

Esse é um jeito novo de oferecer produtos e serviços. A ideia é compartilhar mesmo, dividir o uso de alguma coisa com outras pessoas. Pode ser um espaço que você não use no seu apartamento ou escritório, uma roupa, um acessório, o carro. E, claro, cobrar por isso, ganhar com isso. É o tal do “consumo colaborativo”. Profissionais autônomos que têm escritório, mas que não o utilizam 100% do tempo. Podem compartilhar os serviços de secretária e o espaço físico com outras empresas, por exemplo. Principalmente em um contexto de crise, essa ideia de economia compartilhada todo sentido.

3. Educação profissional:

Em épocas de crise, muitas pessoas são demitidas de seus trabalhos e, ou buscam uma recolocação no mercado de trabalho. Ou veem na situação a oportunidade que faltava, o famoso “empurrãozinho”, para se lançarem em uma jornada empreendedora. Surge aí, oportunidade para empresas e negócios que ofereçam algum tipo de capacitação, de formação e especialização. Que tenha foco no desenvolvimento de empreendedorismo e competências pessoais e sócio emocionais. Quando a economia aperta, pessoas buscam alternativas, e isso deve gerar uma série de oportunidades na educação empreendedora.

4. Manutenção e/ou reparo de produtos:

Na recessão, economizar é a ordem do dia. E as pessoas estão procurando sempre soluções mais baratas para resolver seus problemas. Por isso, empresas especializadas em serviços de manutenção, reparos e reformas estão em alta. E prometem continuar sendo uma boa aposta para 2016. Ao invés de comprar um item novo, o consumidor deve optar por modernizar ou consertar o que já tem. Uma dica: a instalação da empresa de prestação de serviços de pequenos reparos residenciais deve privilegiar locais com grande concentração de residências. Por isso, bairros com muitos condomínios ou prédios são uma boa opção para quem quer se lançar nesse empreendimento.

5. Mercado pet:

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem mais cachorros de estimação do que crianças no Brasil. Em quase 45% dos domicílios do país, o equivalente a 29 milhões de casa, há pelo menos um cachorro. E a relação do brasileiro com seus animais de estimação é mais forte do que a crise econômica. O Brasil é a sétima economia do mundo, mas ostenta a segunda posição no mercado pet global. Que cresceu na contramão da crise, e está atrás apenas dos Estados Unidos. As opções são inúmeras, que vão desde pet shops móveis, com serviços de banho e tosa que vão até a casa do cliente. Até a realização de festas e eventos especiais para animais, que contam com decorações e alimentos específicos para cães e gatos.

6. Casual dining:

O conceito de “casual dining” engloba restaurantes a la carte, como conhecemos aqui no Brasil. Porém com um atendimento diferenciado e ambiente descontraído, sem formalidades. É um modelo importado dos EUA e que caiu no gosto do povo. Por ser uma alternativa intermediária às lanchonetes populares e à gastronomia mais elaborada. O segredo é criar experiências que remetam a algum lugar do mundo, já que a a visita a um desses restaurantes é quase como um passeio. Não se trata somente de comer, e sim de vivenciar uma experiência gastronômica e cultural.

7. Maturidade sem idade:

Se você está procurando por ideias de negócios, a resposta pode estar na “melhor idade”. Os 60 são os novos 40, e a geração dos nascidos entre 1946 e 1964 passa longe do sofá e do trico. Com boa saúde e dinheiro guardado, eles querem mais é viajar, se divertir e consumir. Mas faltam serviços e produtos para atender bem esse consumidor, sem tratá-los como vovôs. Negócios dedicados a aumentar o bem-estar dos idosos, como academias e salas de ginástica, por exemplo. Têm alto potencial de prosperar, assim como agências de viagens que ofereçam pacotes e roteiros de viagens específicos para esse público. Ou negócios focados em alimentos para manter a boa saúde.

Quando um novo ano se aproxima, é natural que as pessoas pensem nos novos projetos que querem realizar. E diante de tanto desemprego, desengavetar o sonho de ter o próprio negócio é uma das resoluções de fim de ano que mais ganha força nesse cenário. Se pensa em empreender e está com receio de dar o próximo passo, minha sugestão é que pesquise, leia e se informe.

Identifique os nichos de mercado promissores que mais se adequam às suas características e habilidades. E não fique esperando pela ideia mágica que será a base do grande negócio da sua vida ou pelo momento perfeito. Encontre a coragem e motivação nas ações do seu dia a dia, em algo que você goste de fazer, que te traga felicidade e te faça sentir a realização de geraar impacto no mundo. Isso é o que chamamos de Propósito, tão falado nos dias de hoje: o porque você faz o que você faz. Identificar aquilo que ama fazer e colocar-se a serviço de outras pessoas, com muita garra, é o primeiro passo para se lançar em uma jornada empreendedora de sucesso.

IDEIAS DE NEGOCIOS PARA PROSPERAR

5 ideias de negócios para você prosperar mesmo em tempos de crise

Você já deve ter ouvido e lido muito por aí, mas vale repetir. Que, para ser um empreendedor de sucesso, ter uma grande ideia não é suficiente. Negócios e empresas só prosperam a partir de muito trabalho, esforço, sacrifício, planejamento e uso das ferramentas corretas. Isso é verdade. Mas é verdade, também, que tudo nasce de ideias de negócios. Empreendedorismo e criatividade andam, desde o começo, de mãos dadas.

Quem poderia imaginar que um pequeno pedaço de papel amarelo com cola na ponta pudesse ser uma grande invenção no mundo pós-moderno? Em tempos de crise geral da economia e do mercado consumidor, ter uma ideia criativa e que modifique o percurso de uma atividade para melhor e que possa ser colocada em prática é o que transforma empreendedores em empreendedores de sucesso.

Mas não existe fórmula mágica. Seja beijando a musa inspiradora ou encontrando oportunidades a partir da demanda de um nicho específico de mercado. Suas ideias podem ou não dar certo. É claro que, com planejamento e sabendo utilizar corretamente noções e processos de marketing digital e produtividade. As chances de seu negócio deslanchar são muito maiores.

E para te inspirar e te ajudar a ter essa grande ideia que pode iniciar uma guinada na sua vida e na sua carreira. Eu trouxe exemplos de pessoas que pensaram fora da caixa. Que tiveram ideias de negócios inovadores, e que hoje lucram em áreas inusitadas, mesmo em meio à crise econômica:

33e34.com.br:

Com o perdão do trocadilho, encontrar sapatos de pontuação 33 ou 34 pode ser um verdadeiro calo no pé de qualquer mulher. Cansada de procurar, a empreendedora Tania Gomes Luz, que calça número 33, decidiu criar o e-commerce 33e34.com.br. Tania apostou em um e-commerce de nicho que possuía uma demanda que não era pequena: existem 5 milhões de mulheres que usam 33/34 no Brasil! A loja virtual tem como proposta, então, trabalhar somente com modelos de calçados femininos, na numeração 33/34 de diversos fabricantes conceituados do varejo. O target é atraente e promissor: Mulheres que usam 33 e 34 de fato têm dificuldade em encontrar sapatos e, de modo geral, mulheres estão sempre dispostas a pagar – e bem – por este tipo de acessório.

Inesplorato:

Você já ouviu falar de “curadoria de conhecimento”? Talvez não. Provavelmente porque a expressão, uma espécie de consultoria para quem quer aprender algo novo e não sabe por onde começar. Foi inventada pela paulista Debora Emm, que trabalhava com pesquisa de mercado até fundar a Inesplorato, empresa especializada em: curadoria de conhecimento.

Funciona desse jeito: depois de uma entrevista, o cliente recebe uma caixa com livros. Pode conter filmes, artigos e comentários para ajudá-lo a aprender sobre o que ele quiser e escolher. O que a empresa faz é diminuir a distância e o tempo entre as pessoas e as informações que são importantes para elas.

Leiturinha:

O leiturinha.com.br é um modelo inovador de assinaturas de livros infantis. Os pais ou responsáveis pelas crianças assinam o serviço e cadastram a idade do pequeno. Então recebem, em casa, todo mês, um kit com livros voltados para a faixa etária do seu filho.

O diferencial é que a curadoria de todo o conteúdo que a Leiturinha oferece é feita por uma equipe. A equipe é formada por pais, psicólogos e pedagogos a fim de selecionar as melhores obras de acordo com a fase de desenvolvimento de cada criança. O serviço é um sucesso e já conta com a assinatura de mais de 8 mil famílias. Além dos livros físicos, o site disponibiliza acesso ilimitado à uma biblioteca completa de livros digitais e vídeos. Que são também selecionados pela equipe de curadoria.

Alergoshop:

A Alergoshop nasceu em 1993, em um casinha em São Paulo. É fruto das alergias da filha da então enfermeira e empreendedora Sarah Lazaretti. Cansada de tentar encontrar produtos adequados, ela resolveu abrir a loja que reúne produtos para vários tipos de alergias. Hoje, a Alergoshop é uma franqueadora e atua em todo o país. Além de cinco unidades próprias e outras nove franquias, seus produtos voltados aos alérgicos (de produtos de beleza, lazer e proteção à preservativos sem látex) são encontrados em lojas multimarcas e também comercializados por e-commerce. De acordo com a franqueadora, o índice de retorno nas lojas é da ordem de 70%.

My Pet’s Nanny:

O mercado pet vem sendo, constantemente, apontado por especialistas como tendência de bom negócio. A verdade é que, cada vez mais, os bichinhos são tratados como membros da família. E, isso impulsiona a abertura de novas oportunidades de negócios. Foi o que fez a paulista Andressa Gontijo ao virar “babá” de cachorros e gatos.

De olho na Europa, quando descobriu que o serviço era popular por lá e praticamente inexistente no Brasil. Andressa fundou o My Pet’s Nanny e, diferente de um hotel, a babá visita o animal na própria casa do dono. No mercado desde 2010, hoje ela já atua na grande São Paulo, região do ABC, na cidade do Rio de Janeiro e em Niterói, RJ. E é a única rede de franquias para cuidado profissional de pets, promovendo cursos, palestras e workshops em todo país.

Gostou? Então confira algumas dicas valiosas para um Negócio Lucrativo!

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Negócio lucrativo: 5 dicas valiosas sem precisar gastar muito

Quando há crises, quem pensa em ter um negócio lucrativo fica receoso e congela os planos. Isso é natural, pois os resultados sonhados podem não vir tão rápido quanto se espera.

Mesmo para quem já possui um negócio em andamento. A prática geral é deixar de investir e recorrer a uma redução de custos operacionais. Muito cuidado nessa hora, pois o importante é cortar desperdícios. E não os “bons custos” que geram receita para a empresa.

E quanto a investimento, as oportunidades estão ao alcance dos empreendedores. Que claro, tem a visão de continuar investindo e crescendo com os seus riscos controlados.

Não ter muito capital disponível pode acabar funcionando como um impulso. Para que o empreendedor coloque em prática ideias criativas que o destacam da concorrência e ajudam a faturar mais. Utilizando novas plataformas e ações diferentes. As crises aumentam a receptividade à inovação. Sabe porquê? Como já dizia o Einstein “Insanidade é querer resultados diferentes usando as táticas de sempre”.

Veja algumas dicas para quem deseja começar um novo negócio ou já é dono de uma PME, que vão te ajudar a aumentar a margem de lucro sem precisar investir muito.

1) Aposte no Marketing Digital

No mundo atual, a internet virou uma das maiores – e mais baratas – vitrines para PMEs. Por meio das mídias digitais, as pequenas empresas têm mais força para concorrer com as maiores, ganhando visibilidade a partir de estratégias mais eficientes e econômicas. Com o marketing digital as pequenas e médias empresas são capazes de dirigir a sua comunicação de maneira altamente focada no seu perfil de comprador. No momento em que se entende o usuário como um consumidor ativo, que busca na internet por serviços e produtos, é por intermédio da dinâmica da própria web que a empresa se conecta com o público-alvo.

PMEs: apostem na tecnologia e em conhecimentos novos como o inbound marketing e o marketing de conteúdo, como a compra de tráfego em facebook, google, remarketing, construção de blogs entre outras novas táticas que são verdadeiros aliadas para alavancar negócios. Isso vai deixar sua concorrência desnorteada, pois ela não vai conseguir nem rastrear como você está crescendo. Isso é uma grande vantagem competitiva, poucas empresas sabem lidar com as novas técnicas de marketing digital de forma eficiente. 

2) Defina e conheça profundamenteo o seu target

Definir um público-alvo (target) é uma das principais etapas no planejamento de qualquer negócio e talvez seja a tarefa mais importante dentro de uma estratégia de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los bem além da superfície. Lembre-se que o público alvo não é apenas o seu consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra.

Dica: para atingir o seu target de maneira assertiva, utilize a estratégia de criação de uma “persona”. Uma personificação do individuo que faz parte do grupo identificado como público-alvo do seu negócio.

Você pode definir as características da persona utilizando um questionário, por exemplo: qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, preferências e gostos? Suas dores e desafios? Seus sonhos e aspirações? Suas expectativas? Como se comportam? Onde eles navegam? Onde eles se informam? Como é a sua jornada de decisão de compra no que se refere ao seu produto? A diferença entre o TARGET e a PERSONA, é que, no segundo caso, estamos falando de um personagem fictício que sintetiza o perfil geral do público. Quanto mais específico ele for, maior será a sua assertividade de comunicação e maior será a sua conversão de vendas.

3) Invista na fidelização

Clientes normalmente têm interesse em ser fiéis a uma marca ou empresa, desde que consigam visualizar soluções pros seus problemas e incentivos para estreitar o relacionamento com a empresa. Essa é uma alternativa fácil e que normalmente não demanda muito investimento. Ofereça vantagens como bônus, acúmulo de pontos e descontos em troca da indicação de amigos para fidelizar os clientes do seu negócio. Acima de tudo ofereça relacionamento bem personalizado. Utilize estratégias modernas de e-mail marketing, criando seus funis de relacionamento e vendas pois elas funcionam muito bem para isso.

4) Otimize sua produtividade

Organizar o tempo não é uma tarefa fácil para os empreendedores. No começo da empresa, principalmente, boa parte das decisões precisa ser analisada pessoalmente e o corre-corre de reuniões costuma atrasar a agenda. Por isso, a palavra de ordem é “planejamento”. Tente programar só 70% do dia e deixar o restante para urgências e imprevistos.

Aproveite as ferramentas tecnológicas para aumentar a sua produtividade e da sua empresa. Além da nuvem e do smartphone, você pode utilizar o Skype, por exemplo, para ganhar tempo e economizar dinheiro. As reuniões devem ser sempre curtas: uma dica é fazer reuniões curtas, em pé, que duram até 15 minutos. Use e abuse dos aplicativos de gerenciamento de tarefas e comunicação remota. Aqui nesse blog você também pode ler o artigo 

5 aplicativos que vão te ajudar a triplicar a produtividade do seu negócio

5) Ofereça bônus irresistíveis

Oferecer bônus de qualidade é essencial para aumentar significativamente suas vendas, além de gerar aproximação com o seu cliente, ajudar a destruir possíveis objeções da sua oferta e conseguir aumentar o valor do seu produto. Em se tratando de negócios digitais, bônus podem ser e-books, vídeos, palestras, consultorias ou até mesmo bônus de parceiros do seu negócio.

Se for um negócio físico faça uma analogia e tente imaginar um bônus que complemente a sua solução, aliviando ainda mais as “tensões”ou “dores”do seu público alvo. O seu bônus precisa agregar valor ao seu produto ou preencher uma lacuna dele.

Como assim? Se você está vendendo um curso, por exemplo, um ótimo bônus seria uma consultoria: todo curso deixa algo a desejar, é impossível abordar todas as dúvidas! Foque nisso, em dar algo a mais que a pessoa vai precisar para chegar mais rápido ao resultado esperado.

Ter uma ideia de negócio, mas não ter dinheiro suficiente para abrir a própria empresa é o drama de muitas pessoas que desejam empreender. Se esse é o seu caso, além dessas 05 dicas, existem inúmeras outras estratégias que você pode adotar para começar um negócio novo ou aumentar a margem de lucros da sua empresa, sem precisar investir muito e comprometer o seu orçamento já apertado.

Todo esse conteúdo, muito mais elaborado, dicas e insights valiosos, irão fazer parte do Programa Empreenda-se.

O Empreenda-se não é um curso online engessado e gravado. Ele é um programa de coaching e mentoria em grupo. Onde além das aulas, você vai ter todo o suporte que precisa para não travar e adiar seu sonho de empreender mais uma vez. Eu vou te treinar primeiro nos conteúdos previstos no programa. Mas também vou olhar e te orientar sobre o projeto que você tem em mente.

Vai lá agora na página do Programa Empreenda-se, veja se é o que você está buscando, para não perder essa janela de oportunidade! É uma janela que está se fechando pois as inscrições vão se encerrar a qualquer momento em função do limite de vagas. Para conhecer o Empreenda-se, todos os módulos e bônus que serão oferecidos, é só acessar esse link: http://mktminds.co/inscricoesempreendase

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