O Poder da Lista de E-Mails: o passo a passo para criar uma lista poderosa e compradora

Qual é o maior ativo de uma empresa? Um grande escritório? Máquinas e equipamentos de última geração? Não. O seu maior ativo como empresário e empreendedor, seja digital ou offline, é uma lista de e-mails compradora e engajada. A verdade é que, se você ainda não está construindo a sua lista de e-mails, você está deixando dinheiro na mesa, e esse é um luxo que empreendedor nenhum pode se dar!

Imagine que você é um cliente e vai em uma loja onde a pessoa lhe atende de cara fechada, com má vontade, como se estivesse fazendo isso obrigada. Você já se viu nessa situação? É muito provável que você não se sinta à vontade e nem queira mais comprar nada dessa loja, não é verdade? Agora, e se você é atendido com muita simpatia, por alguém que se mostra uma pessoa atenciosa e empenhada em resolver seus problemas? É capaz até de você voltar à loja só por conta dela, é ou não é?

Mas e o que isso tem a ver com listas de e-mail, você está se perguntando? Bem, a sua lista é uma das ferramentas mais poderosas e eficazes que você pode usar para mostrar que se importa com o seu público. Isso significa que a lista será o seu vendedor com um sorriso no rosto, mas na internet. E para qualquer tipo de negócio, seja online ou offline, ter um bom relacionamento com o cliente é essencial!

Por isso, uma lista de e-mails engajada é o maior patrimônio que uma empresa pode ter, afinal, como diz um velho ditado de Marketing Digital, “the money is in the list!” (o dinheiro está na lista). E se você já tentou divulgar um produto ou serviço através das redes sociais e do e-mail, tenho certeza que você já notou como o e-mail converte MUITO melhor. Isso porque o e-mail marketing tem o poder de criar relações muito mais personalizadas com os clientes, aproximá-los da sua marca e manter uma comunicação muito saudável e direta.

Mas, eu preciso que você saiba que, quando falamos de lista de e-mail e e-mail marketing, sempre tenha isso em mente: quantidade está longe de significar qualidade. Às vezes, uma lista com 10, 20, 30 mil pessoas, não é garantia de muitas vendas, e eu tenho duas razões para isso: a primeira é a falta de estratégia de captação e geração de leads qualificados para a sua lista; a segunda é que, tão importante quanto ter uma lista de e-mails, é se relacionar com essa lista, entregando conteúdo de valor para ela e não apenas tentando vender o seu produto ou serviço.

Por isso, ter uma lista grande não quer dizer nada. O que importa mesmo é como você conseguiu a lista e o que você faz com ela. Como dizem por aí, tamanho não é documento. A dica aqui é motivar a pessoa a criar um relacionamento com você. Mostre que assinar a sua lista trará vantagens pra ela, mas tenha em mente que, quando você fizer isso, significa que você está prometendo para aquela pessoa que seus e-mails terão conteúdos de valor. E promessa é dívida, hein?!

Claro que, o caminho é longo e trabalhoso até você conseguir consolidar uma lista de e-mails e contatos explosivos, compradores e altamente engajados, mas acredite, funciona e se paga. E para te ajudar nessa jornada, vou te mostrar alguns passos, que você pode replicar na sua empresa, de como criar essa lista de leads do zero. Dá só uma olhada:

#Passo 1: Preparação para gerar leads

Primeiro, não comece nada antes de definir um nicho e conhecer muito bem a sua persona (público-alvo). Escolher um nicho pode parecer difícil, mas é de extrema importância que você tenha isso muito bem definido, dessa forma, você poderá criar uma estratégia segmentada, personalizada e certeira de geração de leads.

Após definir o seu nicho de negócio e o seu público-alvo, você deve montar a sua persona. Persona é uma espécie de “avatar”, uma personificação do seu cliente ideal, que reúne as principais características dos seus consumidores (não só características demográficas, mas, principalmente as dores e sonhos dessa pessoa).

Você deve saber exatamente qual o perfil do público que compraria de você, quais seus desejos, necessidades, dores, quanto ele pode gastar com o seu produto. Cada negócio é único e por isso essas escolhas vão depender das suas especificidades. Levante um relatório completo da sua persona, isso também vai te ajudar muito na hora de escrever seus e-mails.

#Passo 2: Geração e captação de leads qualificados

Existem inúmeras possibilidades de ofertas para atrair leads, e cabe a você identificar o que é mais atrativo para o seu público. AQUI no blog nós já possuímos um artigo bem completo sobre geração e captação de leads, inclusive com uma lista de 4 tipos de conteúdo (os mais usados pelas empresas) que funcionam muito bem como isca ou recompensa digital para captação de leads. Eu recomendo que você vá lá, leia o artigo e depois volte aqui para continuar a leitura desse. Eu espero. Para ler o artigo 4 tipos de iscas ou recompensas digitais para aumentar a sua geração de leads clique AQUI ou no link abaixo:

http://marketingminds.com.br/4-tipos-de-iscas-ou-recompensas-digitais-para-aumentar-a-sua-geracao-de-leads/

#Passo 3:  Criação de Landing Page para conversão

Depois de pensar em qual oferta é mais relevante para o seu público alvo, é preciso fazer a troca, oferecendo a oferta pelas informações do usuário. Para isso, você vai precisar de uma Landing Page ou Página de Captura (ao pé da letra, significa “página de pouso”). É uma página designada exclusivamente para a conversão e pensada de forma que a Landing Page represente exatamente o conteúdo que se quer encontrar. Ou seja, deve ser objetiva, segmentada, específica.

Uma Página de Captura eficiente e bem produzida, levando em conta algumas técnicas de otimização, como uso de Call To Action e Teste A/B, por exemplo, é capaz de gerar altas taxas de conversão para o seu negócio. Ela irá garantir que uma maior quantidade de pessoas entrem em contato com a sua marca, transformando usuários em clientes e fazendo com que uma pessoa não somente visite o site, mas interaja e pratique uma ação, realizando uma conversão.

O layout da sua Landing Page é fundamental, pois é a primeira coisa que o cliente visualiza. Como diz o velho ditado: “a primeira impressão é a que fica”. Você precisa trabalhar em um design que seja profissional e atrativo, mas que, ao mesmo tempo, não desvie a atenção do visitante para o foco principal, que é adquirir o seu produto em troca das informações pessoais. Você também precisa pensar no texto que explica a oferta, de forma que transmita o valor da mesma e o benefício para o visitante e, por fim, escolher de forma inteligente quais as informações exigidas na conversão (campos do formulário).

#Passo 4:  Geração de valor para a sua lista

Depois que o seu visitante preencheu o formulário de conversão da sua Página de Captura e adquiriu o seu produto, ele se tornou um lead qualificado da sua empresa e agora faz parte da sua lista de e-mails. O próximo passo é começar a se relacionar com essa pessoa, e o relacionamento que você mantem com a sua lista é fundamental para que você aumente sua receita sem ter que aumentar o custo de divulgação.

No relacionamento com a sua lista de e-mails o importante é gerar valor e não apenas enviar um e-mail quando for tentar vender um produto ou serviço. A dica pra você aqui é utilizar a regra do 80/20: 80% do que você for entregar para a lista de e-mails deve ser um conteúdo muito relevante para o seu público, ou seja, um conteúdo que vai ajudar a curar uma dor da sua audiência.

Você tem agora 20%, que deve ser destinado à vendas, afinal, através do conteúdo que você gerou, você ganhou credibilidade e a confiança da sua audiência e, além de existir o relacionamento de troca, eles já estarão prontos para comprar de você. Mas lembre-se: Procure oferecer conteúdos relevantes, de valor, informativos e não promocionais, além de recompensas para o seu público. Gerar valor vai gerar também confiança do seu público, e vender para uma lista que confia em você é bem mais fácil.

#Passo 5: Avaliação de resultados

Na hora de analisar o retorno gerado por uma lista de e-mails, é importante não se precipitar e levar em consideração uma série de fatores e contextos. É importante que você saiba o que está acontecendo, fazendo análises a cada período e entendendo as perspectivas reais do seu negócio. Você precisa saber, por exemplo, quais os canais que você tem trabalhado, quais deles são os grandes responsáveis pelo seu resultado e quanto tem custado gerar um lead qualificado em cada canal.

Essa análise vai te ajudar a entender o que tem funcionado e o que não tem funcionado bem na sua estratégia, para que você possa corrigir e/ou cortar os erros e investir mais nos acertos. O importante não é acertar de primeira, mas aprender com os seus erros e corrigi-los rapidamente. Erre bastante, rápido e barato!

Mas atenção: esse é um aviso e uma dica muito importante, principalmente para você que está começando agora sua jornada no Marketing Digital e, como todo empreendedor, deseja aumentar sua lista de e-mail: NUNCA compre listas de e-mail prontas! Esse é o caminho mais rápido para o fracasso da sua estratégia de e-mail marketing. Além de você sujar seu nome e gasta dinheiro no processo, o engajamento dessa lista tem grandes chances de ser extremamente baixo, já que as pessoas não conhecem você ou seu trabalho.

É importante você ter uma estratégia se quiser vender para a sua lista, não basta apenas ficar oferecendo produtos sem gerar valor e criar confiança para seus leads. O processo de construir e consolidar uma lista de e-mails engajada, com uma audiência que conhece você, o seu trabalho, confia e compra de você é longo, é verdade. Mas acredite, as recompensas e os resultados futuros, não só para o seu negócio, mas também para te ajudar a se tornar uma Autoridade Digital no seu nicho, serão incríveis e altamente positivos.

Eu recomendo fortemente que você siga essas dicas e invista em tempo para se dedicar a sua lista, gerar conteúdo e se relacionar com ela. Com certeza você poderá colher bons frutos.

Por fim, uma dica: ficar respondendo e enviando dezenas, até centenas de e-mails por dia, manualmente, é inviável. Existem inúmeras ferramentas no mercado de automação de e-mails e gerenciamento de listas, criação de funis de e-mails e etc, tudo o que você precisa para não só criar um relacionamento com essa lista, mas mantê-lo e otimizá-lo cada vez mais. Assim, fica muito mais fácil se comunicar com a sua lista, e vai lhe poupar muito tempo. É isso que vai transformar a sua lista em uma lista compradora e de alta performance!

A ferramenta que eu uso e recomendo é o Infusionsoft, uma ferramenta poderosa de e-mail marketing e que é uma solução completa para os pequenos e médios empresários conseguirem administrar suas vendas e atividades de marketing. O Infusionsoft pode fazer muito pelo seu negócio, seja ele online, como um e-commerce, ou uma loja física, sendo  uma solução de vendas/marketing/e-mail completamente automatizada. Se você quiser conhecer mais sobre o Infusion, pode acessar esse link: http://mktminds.co/infusionsoft

Outra ferramenta, essa nacional, muito usado pelos micro e pequenos empreendedores é a Lead Lovers. Menos completa e sofisticada do que o Infusion, mas com a vantagem de ser mais barata e acessível, a Lead Lovers também vai proporcionar automação de e-mails, gerenciamento de leads e criação de máquinas e funis de e-mail. Clique aqui para conhecê-la: http://mktminds.co/leadlover

Deixe o seu comentário pra gente logo abaixo! Seu feedback é indispensável para que possamos ser úteis em nossos artigos.

 

3 dicas para criar um marketing de proporções planetárias com “Star Wars: O Despertar da Força”

Era uma vez, em uma galáxia muito, muito distante, um Império do entretenimento chamado Walt Disney que, para dominar as salas de cinema de toda a galáxia, colocou em marcha uma estratégia de marketing de proporções planetárias, nunca vista antes na história de Hollywood, para divulgar o filme “Star Wars: O Despertar da Força”.

E a não ser que você seja um ermitão, vivendo escondido em uma caverna no pé de alguma montanha ou de baixo de uma pedra, se tornou quase impossível nos últimos meses escapar do marketing produzido para a estreia do mais novo filme da saga de ficção científica de George Lucas, lançada lá em meados dos anos 70, e que chega às salas dos cinemas brasileiros hoje, 17.

Muito além dos produtos derivados da franquia (de bonecos à cereais e roupinhas para cachorros), gigantes da internet como o Facebook, Youtube, Google e Spotify também se renderam ao “Império Galáctico” da Disney – dona da marca Guerra nas Estrelas desde 2012 – , lançando ações promocionais como customização de fotos de perfil, navegador, e-mail, playlists personalizadas inspiradas nos personagens do filme e várias outras. Se você está no Facebook, com certeza já viu por ai avatares ostentando os famosos sabres de luz, arma clássica dos Cavaleiros Jedi.

Para começar a entender a estratégia de marketing criada pela Disney – e absorver as sacadas para o seu negócio – você precisa pensar que, antes emblemática entre jovens e adolescentes, a saga tende, hoje, a atrair prioritariamente plateias que viram a série nascer, ou seja, gente mais velha. Porém, na era em que a internet é a verdadeira “Força” por trás do marketing, quem anaboliza audiências e viraliza são os mais jovens.

Pensando nisso, a Disney investiu pesado em uma estratégica de marketing multi-integrada para criar buzz, promover o lançamento do filme, atrair novas audiências e ainda revitalizar a marca para as novas gerações. E tudo isso serve, e muito, para qualquer tipo de negócio, na hora de pensar no lançamento de um produto novo (ou no relançamento), atrair novos leads e aumentar a presença e autoridade online da sua empresa ou da sua marca.

Fã ou não da saga, é inegável a relevância da estória criada pelo autor George Lucas, que há quase 40 anos se mantém como uma das franquias mais lucrativas e populares do cinema, e o sucesso do marketing da Disney para promover o lançamento de “O Despertar da Força”, filme que pode vir a se tornar um dos mais rentáveis da história, juntando-se a “Titanic” e “Avatar” no Olimpo do cinema.

Então, para você se inspirar, separei 3 dicas que você pode aprender com o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, e que vão te ajudar a criar uma estratégia de marketing digna de dominar o universo:

 

1. Aposte em ações Transmedia Storytelling:

Transmedia Storytelling é contar uma história por meio de diferentes mídias. É transcender uma mídia para contar essa história ou passar uma mensagem, tendo consciência de que cada uma exige uma narrativa específica e atinge públicos diferentes. E a estratégia de Star Wars está pautada, exatamente, nessa ideia de contar histórias através de diferentes tipos de plataformas, para criar uma experiência de entretenimento unificada e completa. Fazem parte dessa estratégia parcerias globais com grandes marcas, ações de merchandising na TV e web, o lançamento de um gigante parque temático, além de, é claro, um sem número de ações e campanhas nos meios digitais e redes sociais. Marcas como Duracell, General Mills, HP, Verizon e Subway se curvaram à saga.

O Transmedia Storytelling é uma das grandes tendências do marketing atual em função da fragmentação da informação, proliferação de plataformas de mídia e da sobrecarga informacional. As técnicas de Transmedia Storytelling tratam, basicamente, de qual história é interessante para uma marca contar e em quais plataformas isso vai acontecer, de uma maneira que cada plataforma contribua com um pedaço da história. E uma das melhores formas de garantir engajamento e atrair a atenção dos usuários é, exatamente, contando histórias interessantes e relevantes.  E para criar um bom storytelling, primeiro, você precisa entender, qual é o seu produto, o que você quer contar e para quem você quer vender.

E existem diversas alternativas de abordagem, dependendo do nicho da sua empresa. Você pode falar sobre algum cliente satisfeito, sobre como o produto resolveu uma situação ou como o produto ou serviço faz diferença no dia a dia das pessoas, por exemplo. Mas, em cada diferente mídia a ser utilizada, você precisa pensar de acordo com as características e comportamento da sua audiência e do seu público, que deve ser o foco principal no desenvolvimento de qualquer produto ou serviço.

E isso nos leva à nossa segunda dica:

 

2. Busque formas de engajar a sua audiência:

Através de postagens nas mídias sociais usando as hashtags#MayThe4thBeWithYou”,  “#StarWarsDay” e “MayTheForce”, os fãs de “Star Wars” marcam o dia 4 de maio como a data anual popular da marca. Este dia foi nomeado o Star Wars Day (Dia de Star Wars), no qual os próprios fãs se moveram para promover eventos, postagens, engajamento, e todo e qualquer experiência midiática que levasse os usuários de volta ao universo da saga. O sucesso foi tão grande que outras marcas como a Rádio Rock, Habib’s, Instituto Airton Senna e Adidas publicaram imagens com tiradas legais para os fãs da série compartilharem.

E uma das principais vantagens que a internet e o marketing digital proporcionaram é a possibilidade das marcas conquistarem e construírem sua própria audiência, segmentando seus públicos da maneira que desejarem, produzindo conteúdos exclusivos e personalizados, compartilhando mais e mais informações e, aos poucos, gerar engajamento e proximidade entre o seu negócio e a sua audiência.

A missão – e o desafio – é produzir algo que chame a atenção, pois, quanto mais interações e compartilhamentos, maior a relevância e a chance de atingir novos usuários. Para isso, seu conteúdo deve ser, tanto quanto possível: colorido; interessante; surpreendente; inspirador; diferente; e factual. Não esqueça, também, do “Call To Action”, aquelas frases ou funções que convidam e incitam o usuário a executar ações. “Comente aqui”, “Compartilhe com os seus amigos”, “Conta para a gente o que você achou”, são alguns exemplos. Pode parecer algo trivial, mas é extremamente útil na hora de criar laços com a sua audiência e chamar os seguidores para a conversa, questionando a respeito de suas opiniões e experiências. Dessa forma, você cria um canal de discussão e promove a postagem.

 

3. Crie estratégias e ações de antecipação:

“Star Wars: O Despertar da Força” só chega aos cinemas hoje, porém, desde o começo do ano e, mais massivamente, desde o segundo semestre, inúmeras campanhas sobre o lançamento foram postas em marcha, tanto aqui como no exterior, gerando uma verdadeira onda de ansiedade nos fãs da saga, e até em quem não é fã, mas acabou se “contaminando” com todo o buzz e frenesi gerado em torno da estreia.

Muitos dos detalhes da estratégia de marketing criada para lançar o filme só foram, de fato, cuidadosamente sendo revelados ao longo de todos esses meses. O primeiro trailer oficial do novo filme, por exemplo, só foi disponibilizado ao público em outubro! Esse, na verdade, é um gatilho mental poderoso para usar no seu negócio na hora de lançar um produto ou serviço: o gatilho mental da antecipação!

Gatilhos mentais são técnicas de persuasão que se relacionam com aspectos instintivos, emocionais e sociais presentes em todos os seres humanos, uma vez que o nosso sistema de decisão não é tão racional quanto gostaríamos. Pessoas primeiro escolhem com a emoção e, eventualmente, usam a razão para analisar e justificar sua decisão. E ao aplicar os gatilhos mentais de forma correta, você é capaz de engajar as pessoas, motivando-as a tomarem determinada ação desejada.

E o gatilho da antecipação é um gatilho extremamente poderoso porque mexe com as nossas expectativas do que estar por vir. Em relação aos negócios, é importante pensar e arquitetar um cenário favorável, profícuo, preparando o terreno para um lançamento futuro. É o não “entregar o ouro” todo de uma vez. Planeje o lançamento do seu produto e comece a fazer a publicidade, divulgando apenas algumas informações, dicas e teasers sobre ele, semanas ou meses antes do lançamento de fato.

Então, não apenas anuncie uma venda. Dê indícios de que algo grande está em produção para gerar o interesse antes do anúncio final do lançamento. O segredo é criar valor antes mesmo de as pessoas conhecerem o que você vai lançar!

 

Dica bônus: “Tentar não. Faça ou não faça. Tentar não há”.

Esse é um dos principais conselhos do sábio Mestre Yoda para Luke Skywalker, o herói da saga, e envolve o comprometimento. Quando você quer algo, deve simplesmente correr atrás disso e se esforçar ao máximo. Faça o que quer fazer, ou desista logo da ideia, mas não tenha como objetivo “tentar” algo. É claro que nem tudo que você fizer vai dar certo, mas, para saber isso é preciso fazer. Se você só se dispõe a “tentar”, as chances de nunca concluir algo são bem maiores. Se o seu desempenho der certo, você vai conseguir. Se der errado, você não vai. “Tentar” é uma desculpa para fazer pela metade. Tentar é já começar derrotado. Vá lá e faça o seu melhor.

 

A Força é forte em você, jovem Jedi, e com uma estratégia de marketing bem pensada, arquitetada e certeira, acredite, o universo é o limite para você e para o seu negócio! É verdade que, dificilmente, estaremos diretamente envolvidos com uma campanha de lançamento de proporções intergalácticas como a do filme Star Wars, mas, um bom empreendedor tira experiências e lições de todas as coisas que o cercam na vida, um bom livro, uma boa conversa ou um bom filme. Então, inspire-se e aprenda, porque inspiração e conhecimento nunca são suficientes, nesse universo ou em qualquer outro.

Que a força esteja com você!

Deixe o seu comentário pra gente logo abaixo! Seu feedback é indispensável para que possamos ser úteis em nossos artigos.

 

5 dicas valiosas para começar um negócio lucrativo sem precisar gastar muito

Quando há crises, quem pensa em iniciar a sua própria empresa fica receoso e congela os planos. Isso é natural, pois os resultados sonhados podem não vir tão rápido quanto se espera.

Mesmo pra quem já possuí um negócio em andamento, a prática geral é deixar de investir e recorrer a uma redução de custos operacionais. Muito cuidado nessa hora, pois o importante é cortar desperdícios e não os “bons custos” que geram receita para a empresa.

E quanto a investimento, as oportunidades estão ao alcance dos empreendedores que tem a visão de continuar investindo e crescendo com os seus riscos controlados.

Não ter muito capital disponível pode acabar funcionando como um impulso para que o empreendedor coloque em prática ideias criativas, que o destacam da concorrência e ajudam a faturar mais, utilizando novas plataformas e ações diferentes. As crises aumentam a receptividade à inovação. Sabe porquê? Como já dizia o Einstein “Insanidade é querer resultados diferentes usando as táticas de sempre”.

Veja algumas dicas para quem deseja começar um novo negócio ou já é dono de uma PME, que vão te ajudar a aumentar a margem de lucro sem precisar investir muito.

 

1) Aposte no Marketing Digital

No mundo atual, a internet virou uma das maiores – e mais baratas – vitrines para PMEs. Por meio das mídias digitais, as pequenas empresas têm mais força para concorrer com as maiores, ganhando visibilidade a partir de estratégias mais eficientes e econômicas. Com o marketing digital as pequenas e médias empresas são capazes de dirigir a sua comunicação de maneira altamente focada no seu perfil de comprador. No momento em que se entende o usuário como um consumidor ativo, que busca na internet por serviços e produtos, é por intermédio da dinâmica da própria web que a empresa se conecta com o público-alvo. PMEs: apostem na tecnologia e em conhecimentos novos como o inbound marketing e o marketing de conteúdo, como a compra de tráfego em facebook, google, remarketing, construção de blogs entre outras novas táticas que são verdadeiros aliadas para alavancar negócios. Isso vai deixar sua concorrência desnorteada, pois ela não vai conseguir nem rastrear como você está crescendo. Isso é uma grande vantagem competitiva, poucas empresas sabem lidar com as novas técnicas de marketing digital de forma eficiente. 

2) Defina e conheça profundamenteo o seu target

Definir um público-alvo (target) é uma das principais etapas no planejamento de qualquer negócio e talvez seja a tarefa mais importante dentro de uma estratégia de marketing. Afinal, para se comunicar de forma eficiente e construir um bom relacionamento com seus consumidores é essencial conhecê-los bem além da superfície. Lembre-se que o público alvo não é apenas o seu consumidor final, mas todos que são impactados pela marca e que de, alguma forma, têm participação na decisão de compra. Dica: para atingir o seu target de maneira assertiva, utilize a estratégia de criação de uma “persona”. Uma personificação do individuo que faz parte do grupo identificado como público-alvo do seu negócio. Você pode definir as características da persona utilizando um questionário, por exemplo: qual é a idade? Sexo? Quais são seus interesses, preferências e gostos? Suas dores e desafios? Seus sonhos e aspirações? Suas expectativas? Como se comportam? Onde eles navegam? Onde eles se informam? Como é a sua jornada de decisão de compra no que se refere ao seu produto? A diferença entre o TARGET e a PERSONA, é que, no segundo caso, estamos falando de um personagem fictício que sintetiza o perfil geral do público. Quanto mais específico ele for, maior será a sua assertividade de comunicação e maior será a sua conversão de vendas.

3) Invista na fidelização

Clientes normalmente têm interesse em ser fiéis a uma marca ou empresa, desde que consigam visualizar soluções pros seus problemas e incentivos para estreitar o relacionamento com a empresa. Essa é uma alternativa fácil e que normalmente não demanda muito investimento. Ofereça vantagens como bônus, acúmulo de pontos e descontos em troca da indicação de amigos para fidelizar os clientes do seu negócio. Acima de tudo ofereça relacionamento bem personalizado. Utilize estratégias modernas de email marketing, criando seus funis de relacionamento e vendas pois elas funcionam muito bem para isso.

4) Otimize sua produtividade

Organizar o tempo não é uma tarefa fácil para os empreendedores. No começo da empresa, principalmente, boa parte das decisões precisa ser analisada pessoalmente e o corre-corre de reuniões costuma atrasar a agenda. Por isso, a palavra de ordem é “planejamento”. Tente programar só 70% do dia e deixar o restante para urgências e imprevistos. Aproveite as ferramentas tecnológicas para aumentar a sua produtividade e da sua empresa. Além da nuvem e do smartphone, você pode utilizar o Skype, por exemplo, para ganhar tempo e economizar dinheiro. As reuniões devem ser sempre curtas: uma dica é fazer reuniões curtas, em pé, que duram até 15 minutos. Use e abuse dos aplicativos de gerenciamento de tarefas e comunicação remota. Aqui nesse blog você também pode ler o artigo 

5 aplicativos que vão te ajudar a triplicar a produtividade do seu negócio

5) Ofereça bônus irresistíveis

Oferecer bônus de qualidade é essencial para aumentar significativamente suas vendas, além de gerar aproximação com o seu cliente, ajudar a destruir possíveis objeções da sua oferta e conseguir aumentar o valor do seu produto. Em se tratando de negócios digitais, bônus podem ser e-books, vídeos, palestras, consultorias ou até mesmo bônus de parceiros do seu negócio. Se for um negócio físico faça uma analogia e tente imaginar um bônus que complemente a sua solução, aliviando ainda mais as “tensões”ou “dores”do seu público alvo. O seu bônus precisa agregar valor ao seu produto ou preencher uma lacuna dele. Como assim? Se você está vendendo um curso, por exemplo, um ótimo bônus seria uma consultoria: todo curso deixa algo a desejar, é impossível abordar todas as dúvidas! Foque nisso, em dar algo a mais que a pessoa vai precisar para chegar mais rápido ao resultado esperado.

Ter uma ideia de negócio, mas não ter dinheiro suficiente para abrir a própria empresa é o drama de muitas pessoas que desejam empreender. Se esse é o seu caso, além dessas 05 dicas, existem inúmeras outras estratégias que você pode adotar para começar um negócio novo ou aumentar a margem de lucros da sua empresa, sem precisar investir muito e comprometer o seu orçamento já apertado. Todo esse conteúdo, muito mais elaborado, dicas e insights valiosos, irão fazer parte do Programa Empreenda-se.

O Empreenda-se não é um curso online engessado e gravado. Ele é um programa de coaching e mentoria em grupo, onde além das aulas, você vai ter todo o suporte que precisa para não travar e adiar seu sonho de empreender mais uma vez. Eu vou te treinar primeiro nos conteúdos previstos no programa, mas também vou olhar e te orientar sobre o projeto que você tem em mente.

Vai lá agora na página do Programa Empreenda-se, veja se é o que você está buscando, para não perder essa janela de oportunidade! É uma janela que está se fechando pois as inscrições vão se encerrar a qualquer momento em função do limite de vagas. Para conhecer o Empreenda-se, todos os módulos e bônus que serão oferecidos, é só acessar esse link: http://mktminds.co/inscricoesempreendase

Deixe o seu comentário pra gente logo abaixo! Seu feedback é indispensável para que possamos ser úteis em nossos artigos.

 

Qual história o seu Marketing de Conteúdo está contando?

Em qualquer estratégia de Inbound Marketing ou de Marketing de Conteúdo o conteúdo em si é o elemento chave para atrair visitantes, obter leads, construir um relacionamento com eles e convertê-los em clientes. Para transformar um cliente potencial num cliente efetivo, é fundamental ter em conta que o conteúdo deve contar uma história.

É consenso entre os profissionais de marketing que o posicionamento que a marca ocupa na mente do cliente é um dos objetivos centrais do trabalho de marketing. Quando pensamos em refrigerante, uma marca vem à mente. Quando pensamos no carro mais rápido, uma marca vem à mente. Quando pensamos até no sistema operacional do celular, temos uma marca de preferência. Eu poderia apostar em grande parte que você acabou de pensar em Coca-Cola, Ferrari e iOS. Talvez tenham passado pela mente Pepsi , Lamborghini e Android, mas a maioria das pessoas tem somente um espaço na mente para cada marca. Isto é marketing, em essência.

O papel do conteúdo no marketing através do conteúdo

O Inbound Marketing é uma estratégia genial em termos de qualificação de clientes porque atrai clientes potenciais que já tem alguma propensão à comprar, pois estão ativamente indo atrás de um conteúdo de interesse comum entre elas e o criador deste conteúdo. Quando o conteúdo é tão bom que gera um lead, podemos supor que este lead deseja mais conteúdo sobre o assunto e que já começou o processo de ocupação de um (pequeno) espaço na mente dele. A meta agora é fazer este espaço ficar grande o suficiente para que sejamos em algum tempo a escolha preferencial deste cliente.

 

Não basta somente atingir este lead com dezenas de posts, infográficos e e-books aleatoriamente, precisamos gradualmente construir uma história na cabeça dele. O lead precisa conhecer um pouco mais sobre o que podemos fazer por ele a cada novo conteúdo que consome. A melhor forma de fazer isto é colocar os nossos benefícios sob o ponto de vista dele.

Pouco adianta ser o “melhor software de monitoramento” se o lead não entender o que o monitoramento pode fazer por ele. Contar histórias de como o monitoramento ajudou outras marcas e atingir um objetivo X, criou oportunidades de contato, gerenciou crises, evitou perda de clientes, possibilitou ações de oportunidade, ou qualquer outra história que valha a pena ser contada.

Se a sua empresa está adotando o Inbound Marketing ou o Marketing de Conteúdo, se quer ser vista como uma referência no que faz, precisará ser capaz de dar poder aos seus clientes através das soluções que oferece, sejam estas soluções produtos ou serviços.

Faça as perguntas certas para contar uma boa história

Um dos meus melhores professores de marketing me ensinou que qualquer planejamento é feito a partir das perguntas certas, e que os melhores cérebros do mundo são aqueles que sabem fazer boas perguntas. Boas perguntas levam à boas respostas, e destas respostas nascem os planejamentos mais eficazes em termos de objetivos de negócios. Se você quer contar uma boa história, reflita com a sua equipe sobre as perguntas abaixo, elas te ajudarão a contar melhores histórias sobre como a sua empresa pode ajudar seus clientes com os problemas deles:

  • Qual o papel que o meu produto/serviço tem na vida/empresa dos meus clientes?
  • Como meu produto/serviço ajuda meus clientes a serem melhores no que fazem?
  • Como meu produto/serviço já fez a diferença para algum cliente e como posso contar esta história de sucesso para outros clientes?
  • Meu produto/serviço ajuda meus clientes e economizar dinheiro ou a aumentar a margem de lucro? Como?
  • Quais negócios poderiam ser mais lucrativos utilizando meu produto/serviço?
  • Como meus clientes podem usar meu produto/serviço para oferecer um produto/serviço muito melhor para os clientes deles?
  • Cases: como era antes da minha solução, qual problemas esta solução resolveu e como ficou depois da solução?

As respostas não são necessariamente únicas, nem fáceis de obter e nem mesmo uma só para todos os seus produtos ou serviços. Mas se você conseguir orientar diversas formas de conteúdo através de exemplos práticos, cases reais e histórias de sucesso, ou através da projeção do sucesso em que utilizar seu produto/serviço, o seu cliente potencial terá uma visão muito mais pragmática sobre o que você oferece.

Para fechar, destaco uma das 100 frases do e-book 100 frases para aprender Marketing de Conteúdo:

“Por que a preferência por marcas está caindo? Porque nós esquecemos que o trabalho das marcas é contar histórias e criar Conteúdo.” Don Schultz

Espero que você possa contar boas histórias para os seus clientes, e que estas histórias ajudem ainda mais os seus novos clientes a alcançar sucesso com a sua colaboração.

 


Gostaria de saber mais sobre esse e outros temas que podem colocar o seu negócio na rota de crescimento?

Deixe um comentário abaixo! Responderemos todas as dúvidas e teremos prazer em abordar suas questões em novos artigos. Se isso foi útil para você, sugiro que compartilhe esse artigo em suas redes, ajudando outros empresários e profissionais a alavancarem negócios e melhorarem suas vidas.


ZMOT – O Momento Zero da Verdade direcionando a sua estratégia de marketing

As estratégias de marketing devem evoluir o tempo todo, acompanhando a evolução no comportamento de compra do consumidor. Do contrário, elas estarão sendo inúteis para suas marcas. Um fenômeno que vem se intensificando há alguns anos é o que o Google batizou de “Momento Zero da Verdade” ou ZMOT – Zero Moment of Truth.O entendimento deste conceito é um divisor de águas no Marketing, portanto aprofunde-se agora nesse conhecimento.

O momento zero da verdade é aquele em que o consumidor está pesquisando e comparando soluções para as suas necessidades através dos mecanismos de busca da Internet, numa etapa anterior à sua decisão de compra. O Google, como líder das buscas mundiais, encomendou um estudo para ampliar a visão das empresas sobre esse fenômeno. A pesquisa foi realizada com mais de 5.000 compradores em 12 categorias de produto nos EUA e foi documentada pela primeira vez no e-book intitulado ZMOT. O livro detalha o momento zero da verdade com muitos dados que ratificam aquilo que já constatamos em nosso dia a dia: consumidores cada vez mais tomam decisões de compra antes de chegar ao ponto de venda. 

Aprofundar-se no estudo desse fenômeno, hoje, é uma prioridade para o Google, uma vez que o impacto que essas informações produzem na estratégia das empresas é algo de valor inestimável e nunca antes visto na história do marketing.

A origem do termo ZMOT

O ZMOT faz alusão a um conhecido termo na disciplina de marketing, o “Momento da Verdade” ou FMOT (First Moment of Truth/Primeiro Momento da Verdade). O termo ficou mundialmente famoso na área de negócios através da Procter and Gamble, a maior empresa de produtos de consumo do mundo, que há cerca de uma década mostrou que a decisão dos consumidores acontecia nas prateleiras, no ponto de venda. Naquela altura, esse era o comportamento observado na grande maioria dos consumidores e as marcas tinham alguns segundos para capturar ali a sua preferência. Com isso, grande parte dos esforços da indústria de consumo e profissionais de marketing estava voltada para as ações de ponto de venda, onde era decidida a compra. Fora isso, as empresas precisavam investir massiçamente nas ações de propaganda, que atraíam o consumidor ao ponto de venda. Porém, em grande parte, esse consumidor não chegava decidido e era vital diferenciar as marcas no PDV (ponto de venda). Depois disso, existia o momento SMOT (second moment of truth ou segundo momento da verdade), aquele em que o consumidor teria de fato a experiência com a marca e precisaria ser encantado para ser fidelizado. Os dirigentes da indústria focavam em conquistar esses dois momentos da verdade em suas estratégias de marketing. Essas etapas ainda são indispensáveis hoje, porém as marcas precisam primeiramente conquistar o momento ZMOT. 

Com a grande penetração da internet em todas as classes, cada vez mais o consumidor se prepara para a decisão de compra, ou para negociar com o vendedor, pesquisando na Web. Os dados apresentados no livro mostram que mais de 70% das decisões são tomadas antes de ir ao ponto de venda. Esse é um movimento potencializado pela grande popularização dos smartphones, que empoderam o consumidor com informação útil e disponível a qualquer hora e em qualquer lugar.

 No Brasil, 72% dos usuários de smartphones já acessam a Internet todos os dias, contra 65% dos usuários de PCs. Ou seja, a facilidade de pesquisar é muito grande e as empresas precisam se movimentar para conquistar esse “momento zero”, que antecede a decisão de compra. 

Como conquistar o ZMOT?

Com uma presença digital relevante, com informações que sejam úteis para os consumidores, que os ajudem no seu processo decisório de compra. Mais do que serem vistas na web, as marcas precisam ser relevantes e, para serem relevantes nas buscas, elas precisam conhecer muito bem o seu público-alvo e saber o que ele está buscando para ajustar cada vez mais a sua presença naquele momento à sua oferta. 

Os consumidores tornam-se recíprocos às marcas que entregam conteúdo útil e de alto valor para eles. Eles pesquisam a reputação das empresas e passam a confiar ou não nelas a partir daquilo que encontram na rede, especialmente os depoimentos de outros consumidores. Portanto, essa presença digital é algo mais do que estratégico e pode alavancar muito os negócios. Pode igualmente derrubar os negócios das empresas que não estiverem preparadas para essa relação digital com os consumidores, interagindo rapidamente com as suas necessidades.

Outro aspecto muito importante é que esse hábito de pesquisar e comparar pela Internet não está restrito a itens de alto valor, pelo contrário; em tempos de competição global e recessão econômica, o consumidor cada vez mais quer economizar tempo e dinheiro em produtos de todos os valores. Se isso é algo que está disponível e conveniente para eles, não há dúvida de que vão aproveitar essa facilidade tornando esse hábito cada vez mais rotineiro já que depende apenas de alguns cliques. 

Outra pesquisa do Google em parceria com a Reds mostrou que 80% dos consumidores do mundo inteiro de fato evoluem para a compra após pesquisarem na web. Ou seja, trata-se de um momento muito estratégico para estar visível, já que após a pesquisa os ciclos de decisão são aparentemente mais rápidos. Sua marca pode ser encontrada pelo consumidor em um estágio mais avançado de compra, em que ele tem necessidades mais urgentes. 

E por fim, existe ainda a possibilidade de entender tendências de consumo através das pesquisas que estão sendo feitas por milhões de pessoas 24 horas por dia. Saber qual é o próximo passo do seu consumidor é indispensável para uma estratégia de crescimento. Os mecanismos de busca, através das suas palavras chave dão muitas pistas de para onde caminham os hábitos do seu público-alvo, criando assim a oportunidade de aproveitar novas demandas de mercado. 

Conquistar esse momento “ZMOT”, portanto, passa a ser ainda mais importante no seu plano de crescimento, monitorando aquilo que está mudando nas pessoas e que vai afetar diretamente o seu negócio.

O livro ZMOT mostra claramente a mudança no “livro de regras do marketing”. Sua leitura vai gerar muitos insights e impulsionar o seu negócio. Portanto, mãos a obra!


Gostaria de saber mais sobre esse e outros temas que podem colocar o seu negócio na rota de crescimento?

Deixe um comentário abaixo! Responderemos todas as dúvidas e teremos prazer em abordar suas questões em novos artigos. Se isso foi útil para você, sugiro que compartilhe esse artigo em suas redes, ajudando outros empresários e profissionais a alavancarem negócios e melhorarem suas vidas.


O ciclo do PDCA – Planejamento e execução andam juntos

Para alcançar o crescimento consistente nos negócios é preciso investir em profissionalização da sua gestão e capacitação de suas equipes, que são, na prática, o maior ativo de uma empresa. Essa é a parte da empresa “não copiável”, ou seja, a forma como as pessoas tocam o negócio é o seu maior diferencial competitivo. Nesse sentido, usar ferramentas que qualificam as pessoas e os processos, e aumentam a produtividade, passa a ser parte vital da estratégia.

Hoje vamos falar de uma dessas ferramentas, o PDCA. Trata-se de um ciclo de planejamento, execução, verificação e ação corretiva que promove a melhoria contínua dos processos da empresa.


O P (plan), de planejamento, é o momento de elaborar toda a estratégia da empresa, estabelecendo missão, visão e valores organizacionais, definindo os objetivos estratégicos para depois desdobrá-los em metas e projetos operacionais que levarão ao crescimento. Nessa etapa se faz uma avaliação do mercado, do público-alvo, do ambiente interno do negócio (suas forças e fraquezas), do cenário externo de competição (oportunidades e ameaças). Conhecer bem o mercado e seu público alvo são vitais para entender como se posicionar e gerar valor para os clientes. Aumento de faturamento e lucratividade serão sempre uma consequência do quanto a empresa gera de valor para os clientes, pois quanto maior for o seu valor percebido, maior poderá ser o seu preço.

A partir dos objetivos estratégicos são desdobradas todas as metas individuais dos colaboradores, que deverão ser específicas, mensuráveis, relevantes para o todo da empresa e devem ter prazos de execução bem definidos. Para saber mais sobre como estabelecer metas, sugerimos consultar ainda este artigo sobre o método SMART, outra ferramenta amplamente utilizada em gestão de empresas.

O D (do), ou execução, é a fase que deve ser acompanhada de perto todos os meses, avaliando cada uma das causas e problemas que impediram o atingimento de uma determinada meta. Nessa fase é muito eficiente fazer uma reunião mensal com toda a equipe, com os indicadores à vista, onde todos apresentam suas metas com o seu resultado alcançado versus o planejado. Nessa reunião você terá a grande oportunidade de ouvir as pessoas que ajudam a tocar o negócio no dia a dia, quais são os problemas e oportunidades que eles têm percebido na relação com clientes e fornecedores e observações sobre a concorrência. Terá ainda uma oportunidade de deixar que colaboradores de uma área façam sugestões aos seus colegas de outros setores com visões “fora da caixa”. Daqui surgirão ideias e oportunidades que você nem imagina, além de engajar as pessoas e mantê-las comprometidas em alcançar os resultados. A transparência na gestão é uma das maneira mais motivantes de liderar pessoas, além de reforçar sempre aonde se quer chegar. Uma frase clássica do filme Alice no País das Maravilhas tornou-se uma grande lição no mundo dos negócios: “quando não se sabe pra onde vai, qualquer lugar serve”.

A etapa do C (check), a da verificação, é tão vital quanto se planejar ou executar. Sem a mensuração adequada e constante, a empresa fica refém dos próprios erros de estratégia. Mais importante que acertar sempre, é corrigir rápido. Tom Peters, guru da administração, nos ensina: “teste rápido, falhe rápido, ajuste rápido”. Esse é o espírito da administração moderna e do mundo veloz e conectado em que vivemos. A fase do CHECK, portanto, significa dizer: tenha métricas claras em seu negócio, acompanhe de perto e corrija quantas vezes forem necessárias.

E por fim a etapa que reinicia todo o ciclo de melhoria contínua: O ACT ou AÇÃO CORRETIVA. A análise crítica nessa fase de verificação tem como consequência necessariamente a implementação de novos planos de ação para atingir as metas traçadas. Testar e ajustar rapidamente as ações é parte integrante de uma boa gestão, assim como o bom planejamento e execução. A prática do ciclo de PDCA com disciplina produz em última instância essa cultura empresarial focada em resultados. Os resultados serão visíveis, comece a praticar já!


Gostaria de saber mais sobre esse e outros temas que podem colocar o seu negócio na rota de crescimento?

Deixe um comentário abaixo! Responderemos todas as dúvidas e teremos prazer em abordar suas questões em novos artigos. Se isso foi útil para você, sugiro que compartilhe esse artigo em suas redes, ajudando outros empresários e profissionais a alavancarem negócios e melhorarem suas vidas.