mão desenhando sua personal branding em um caderno

Personal Branding: como construir um posicionamento de sua marca pessoal

Posicionamento é algo muito importante, sobretudo quando o assunto é criação de marca. Por isso, vou explicar neste texto, com exemplos, as formas de posicionamento existentes e como você pode utilizar essas ferramentas para criar o seu personal branding.

E leve esse assunto a sério! Pois, isso tem tudo a ver com a sua presença na web e sobre como você cria a sua imagem para o seu público alvo.

Por conta disso, saiba que existem dois tipos de posicionamento, o mercadológico e o pessoal. Mas ambos trabalham o seu aspecto profissional e a sua criação de imagem diante do público.

Logo, saiba se posicionar, lendo estas dicas:

Personal branding: posicionamento mercadológico

Este tipo de posicionamento se refere à forma como você escolhe um nicho, estabelece uma comunicação com ele e lhe oferece seus produtos. Nesse caso, se trata de um posicionamento relativo e não absoluto.

Pode-se dizer isso porque você sempre estará posicionado em relação a alguém. Logo, é fundamental fazer o estudo de concorrência. Pois é em relação aos concorrentes que você estará ocupando seu espaço.

E isso deve ser feito com mais cuidado em uma área que seja muito concorrida. E para que você consiga fazer criação de público sem enfrentar concorrentes muito grandes, é interessante focar em pequenos nichos. Nesses grupos, você pode encontrar possíveis consumidores sem atendimento e uma grande demanda.

Se você é, por exemplo, uma nutricionista, este é um mercado que já está bem ocupado.

Tem muita gente inclusive que se posiciona bem no Instagram. Principalmente em assuntos, como: comidas saudáveis, vegetarianas ou orgânicas. 

Logo, a ideia é procurar nichos diferentes desses, onde há poucas pessoas com grande visibilidade, como vegana, por exemplo.

Com isso, você atrai milhões de pessoas que têm interesse no assunto “comida vegana”, que é um nicho onde há menos disputa acirrada entre nutricionistas na internet.

Logo, além de poder cobrar mais pelas consultas provindas dos conteúdos que você gerou, você também poderá pensar em outras formas de aumentar a sua renda.

Você poderia:

  • Vender um e-book;
  • Ampliar sua audiência;
  • Vender um curso online sobre o assunto;

E essa estratégia de se focar em apenas um nicho tem relação ao que se espera hoje da área de negócios. Atualmente, em vez de atingir vários grupos sociais ao mesmo tempo, na internet a gente procura “nichar”.

E não é por menos: o dinheiro está nos nichos.

Se a gente percebe o mercado como uma floresta, os nichos serão as árvores. Logo, o dinheiro estará nas árvores.

E, tomando a decisão de segmentar a sua comunicação e os seus produtos, você ocupa uma posição de referência na mente de seus clientes.

E isso é o posicionamento mercadológico. Mas este não é o único.

Personal branding: posicionamento de imagem

Cada pessoa é uma marca. Por isso, você precisa colocar a sua cara na internet. 

Afinal, quem mais gera credibilidade, empatia e proximidade vai se destacar e ponto. A gente sabe disso.

E isso precisa ser enfatizado, pois quem não é visto, não é lembrado.

E dentro desse aspecto pessoal de gerenciamento de marca, novamente entra o conceito de posicionamento. 

E nesse assunto, o que deve nos interessar é a posição que ocupamos realmente na mente dos outros e não aquela que achamos que ocupamos.

Por exemplo, quando se lembram de mim, posso afirmar que:

  • Sou vista como uma pessoa que tem credibilidade;
  • Sou vista como alguém que é muito pragmática (mão na massa);
  • As pessoas me vêem como alguém inspirador;
  • Minha audiência me vê como corajosa e que faz acontecer.

Mas todos esses atributos estariam apenas na minha mente se eu não fizesse um reforço positivo junto a minha audiência e de tudo aquilo que ela me retorna. Então, posicionamento de imagem é justamente como você se constrói na cabeça do cliente. E, isso tem a ver como você é. Resultando na forma como se comunica e a tomada de decisão estratégica de usar palavras corretas na sua comunicação.

Isso deve ocorrer para reforçar a visão que sua audiência precisa ter de você.

E, a partir disso, procure se posicionar junto aos clientes com base no retorno que lhe oferecem versus a forma como seus concorrentes se posicionam.

Logo, posicionamento tem a ver com originalidade. É ser único na mente do cliente.

Branding é o que falam sobre você

E para terminar este texto, vou trazer uma história corriqueira. Vamos supor que você chegou em um restaurante e que cumprimentou a todos que conhecia em uma mesa diferente da que vai sentar.

E depois, quando virou as costas para ir até a mesa destino, rola um “zum zum zum”. Obviamente, as pessoas vão comentar sobre você. E não estou dizendo que é fofoca. Mas algo vai ser comentado.

Daí lhe pergunto: o que você acha que comentaram sobre você?

E isso é uma atitude muito comum. As pessoas costumam comentar sobre as outras. Por conta disso, alguém vai usar adjetivos para lhe descrever.

Logo, cabe a você se perguntar se a sua marca (o “zum zum zum”) que você gera na cabeça das pessoas:

  • É algo que lhe satisfaz;
  • Você quer reforçar;
  • Mudar, de alguma maneira;
  • Tem a ver com seus valores;
  • É relevante para o público alvo.

E você sempre deve pensar que, embora alguns adjetivos possam ser positivos, isso não quer dizer que sejam relevantes na percepção de seu público alvo.

Pense que posicionamento é uma guerra de percepções e não de produtos.

Logo, se para o seu público ser alguém carismático é algo muito relevante, sugiro que procure trabalhar essa qualidade em sua imagem.

E se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhá-lo em suas redes sociais. Dessa forma, você já estará se posicionando como alguém que gosta de empreendedorismo.

E, se isso for relevante para o seu nicho, não deixe de fazê-lo. Além disso, siga-me nas redes sociais para receber os melhores conteúdos e na minha lista de e-mails para obter materiais exclusivos.

Caso queira conferir este material em vídeo, confira no link abaixo:

 

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