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ANALISE SWOT ENTENDA O QUE AFETA SUA ESTRATEGIA DE MARKETING LOUCA COM FORÇAS FRAQUEZAS

Análise SWOT: entenda o que afeta sua estratégia de marketing

Em qualquer tipo ou tamanho de negócio, o primeiro passo para ser rentável é conhecer bem as variáveis que podem afetá-lo. Tanto do ambiente interno quanto externo. Para isso, existe uma ferramenta de análise que é simples e amplamente utilizada pelas empresas: a análise SWOT.

A sigla SWOT simboliza uma matriz. Onde o S e o W estão na dimensão das variáveis internas a serem analisadas: strenghs (forças) e weaknessess (fraquezas). As letras O e T correspondem a oporttunities (oportunidades) e threats
(ameaças) e correspondem às variáveis do ambiente externo.

Esta análise serve para levantar todos os fatores críticos de sucesso do negócio com uma visão multidisciplinar. E, contribui para um diagnóstico empresa e de seu mercado. Essa matriz também foi abrasileirada de uma maneira simpática pelo nome de FOFA. Que significa Forças e Oportunidades, Fraquezas e Ameaças.

Vamos então analisá-las separadamente:

As Forças dizem respeito àquilo que você faz de melhor, aspectos que possam diferenciá-lo diante da concorrência. Pense naquilo que são as suas vantagens, seja em recursos ou ativos. Elas representam o potencial a ser explorado da empresa para crescer. Vamos dar alguns exemplos: qualidade do seu serviço, localização do seu estabelecimento,  estratégia de distribuição, equipe de atendimento etc. É importante focar em 3 ou no máximo 5 forças, aquelas que são realmente diferenciadoras.

As Fraquezas, por outro lado, são aquilo que você precisa melhorar e tem o potencial de atrapalhar a empresa. Isso a deixará vulnerável, especialmente se for algo muito valorizado no segmento. Poderíamos citar por exemplo a falta de capital de giro, um marketing inexpressivo, uma apresentação de fachada amadora, uma obra interna, um site pouco intuitivo e sem serviços de conveniência para o cliente. Enfim, são aspectos que representem desvantagens em relação ao seu concorrente e que precisam ser revisados.

As Oportunidades dizem respeito a movimentos do mercado (variáveis externas) que podem ajudar a alavancar o seu negócio. Por exemplo, um grande evento que vai acontecer na cidade, aspectos favoráveis geográficos. Como a construção de uma via que facilita o fluxo até o seu estabelecimento. Ou uma data sazonal que se relacione com sua atividade, entre outros.

As Ameaças, ao contrário das oportunidades, são fatores externos que podem prejudicar o seu negócio e precisam ser diagnosticados o mais rápido possível. Se você não pode controlá-los, é vital se preparar para elas. As ameaças podem estar relacionadas a fatores econômicos, políticos, ambientais e legislativos. Entre outros aspectos como a perda de um profissional muito chave para o seu negócio, por exemplo.

Após uma discussão crítica com a sua equipe sobre todos esses fatores, internos e externos, é fundamental colocá-los visualmente em uma matriz como a representada abaixo.

Note também pela figura que a combinação de um fator interno com um externo requer uma determinada estratégia. Se estamos falando de um ponto fraco que se relaciona a uma ameaça, precisamos no mínimo definir uma estratégia de sobrevivência. Se temos um ponto forte que é relevante para combater uma determina ameaça, estamos falando de uma estratégia de manutenção. Se visualizamos uma oportunidade e temos um ponto fraco que nos impede de aproveitá-la, precisamos então de uma estratégia de crescimento. Que pode ser uma expansão ou uma parceria com outras empresas que preencham aquela lacuna. E, por fim, se temos um ponto forte associado a uma oportunidade, temos apenas que ter uma estratégia de desenvolvimento para aproveitá-la. Desenvolvimento de um novo produto ou serviço, por exemplo.

Ao fazer o exercício com exemplos concretos de cada negócio você vai dominar com muito mais profundidade o seu mercado. E tornará as suas decisões muito mais claras e assertivas.

Foi imortalizado por SUN TZU, o general chinês, autor do livro a ARTE da GUERRA. Que no mundo dos negócios, assim como na guerra, você precisa “concentrar-se nos pontos fortes, reconhecer as fraquezas, agarrar-se nas oportunidades e proteger-se contra as ameaças”.

E então? Você acredita que essa ferramenta simples pode te ajudar a profissionalizar o seu negócio para crescer? A partir dela você poderá dar o próximo passo que é implementar um plano de ação com revisões de melhoria contínua. Esse assunto nós também discutimos aqui no blog no artigo sobre PDCA que você encontra AQUI NESTE LINK.


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pare de cortar custos corte desperdícios

Pare de cortar custos, corte desperdícios

Todos os anos se repete o momento mais estressante e corrido das empresas: seu ciclo orçamentário. Invariavelmente o tempo é curto para o tamanho do trabalho. E as pessoas correm pra la e pra cá estressadas para entregar suas “planilhas” dentro do cronograma. E então, aguardar a “temida” reunião de aprovação com o conselho.

Os gestores em suas rotinas apagadoras de incêndio, gastam muito pouco tempo. Avaliam e medem o passado antes de defender seus números. O que importa é levar uma bela planilha preenchida com uma premissa chave para conseguir sair bem na foto. Receitas subindo, custos caindo, afinal papel aceita tudo. Infelizmente é quase sempre assim.

Eis uma grande oportunidade de diferenciação para os gestores em geral. Em especial gestores de marketing que andam bem desanimados ao preverem os cortes que vão encontrar nesse tipo de reunião. Se diferenciem pela disciplina de medir cada resultado, cada ação, por mais difícil que isso possa parecer em determinados casos. Alguns profissionais costumam alegar que as tais ações de “branding” são difíceis de serem medidas. E, dessa forma, contam com o “gogó” cada vez menos acreditado para garantir sua “verbinha” para o ano.

Trocar o gogó pela capacidade de colocar métodos e processos de mensuração para tudo, indicadores que façam sentido para cada caso, aí está a sua janela de oportunidade como profissional de marketing. Hora de ficar bem na foto aprendendo a medir!

Uma das frases preferidas dos gurus de negócios “Aquilo que não se pode medir não se pode melhorar”, do físico irlandês William Thomson. Já deu origem a uma série de dinâmicas motivacionais. E é hoje muito utilizada em treinamentos de equipes para mostrar que as pessoas, quando medidas, se tornam mais ágeis e mais eficientes.

E a grande verdade é que os gestores de marketing não são devidamente preparados e obcecados por métricas como deveriam em um mundo tão competitivo como o de hoje. Eles se tornaram ágeis apagadores de incêndio e reativos às demandas internas da empresa e externas do mercado. É preciso inverter esse jogo e dedicar mais tempo na rotina do dia a dia a medir e avaliar. Isso vai tornar o ciclo de planejamento mais produtivo e com mais foco em resultados. E menos em fazer as melhores planilhas, ensaiar a melhor estratégia para convencer a diretoria e quem sabe garantir “as manguinhas” do orçamento.

A melhor estratégia é sempre o resultado.

Ele deve ser bem mensurado e bem apresentado. O seu presidente sabe fazer contas e garanto que não gastará mais que 2 minutos para aprovar um custo X para um retorno de 2X.

Aí sim você começa a desviar os desperdícios para a linha de custos que dão resultados. Esse é um custo bom que ninguém em sã consciência vai pressioná-lo a cortar. Isso sim é ficar bem na foto.

 


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