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ESTA NA HORA DE EMPREENDER

Está na Hora de Empreender? 7 Ideias de Negócios PROMISSORAS para 2016.

Difícil. Esse foi um adjetivo muito usado para definir 2015, o “ano da crise”. Baixo crescimento da economia, pouco investimento, alto índice de desemprego e mais um sem números de dados desencorajadores. Mas será que o cenário de 2015 acaba nas badaladas da última hora do dia 31? Ou 2016 vai seguir a tendência e ser um ano com horizontes tenebrosos para a economia, empresas e negócios? Está na hora de empreender!

“Crise? Ouvi falar, mas decidi não participar”. Essa frase rodou pela internet e se tornou o mantra motivacional de empresários e empreendedores ao longo do ano. Ano em que palavras como “reduzir”, “cortar”, “baixar” e “desistir” foram constantes. A verdade é que, o ano vai mudar e o relógio vai badalar a meia noite. E não vai ter nenhum bibidi-bobidi-boo, nenhuma mágica vai acontecer.

Mas, mesmo com crise, você não precisa de nenhuma varinha mágica ou fada madrinha para começar a empreender. Pessoas continuam casando, tendo filhos e os colocando em escolas. Continuam precisando comer e se vestir, saindo para comemorar com os amigos, comprando presentes, para os outros e para si. Continuam viajando, mudando de endereço, cortando o cabelo e indo ao salão.E, principalmente, buscando formas criativas e diferenciadas de como adquirir tudo isso.

O segredo não é ignorar a economia ou o cenário atual, e sim avaliar o novo comportamento do consumidor, quais são suas dores, seus problemas, definir uma estratégia e criar soluções para resolver esses problemas. Mesmo diante das perspectivas, as oportunidades ainda existem, e empreender pode ser o caminho escolhido para criar um novo capítulo na história profissional e no desenvolvimento pessoal de cada um.

Se você está esperando as condições perfeitas para abrir seu negócio, um aviso: pode ter que esperar para sempre. Não existe um tempo certo para empreender, com crise ou sem crise. O que existem são as oportunidades, e elas se abrem e se fecham. E cabe ao empreendedor identificar quando há uma fenda por onde entrar. Perguntas como “será que eu já tenho o capital suficiente para montar o negócio?”. “Será que estou pronto para me tornar um empresário?”. “Será que meu negócio vai decolar nas atuais condições econômicas em que se encontra o país?”. Rondam a mente dos empreendedores, mas o importante é saber identificar as oportunidades que surgem em uma época como essa. E não esperar as condições totalmente perfeitas. Sempre há tempo para empreender quando você liga o radar empreendedor e está disposto a se diferenciar.

Lembre-se da famosa frase: na crise enquanto uns choram, outras vendem lenços.

E empreender é, no final das contas, uma jornada, com todas as dificuldades e benefícios que isso implica. Naturalmente, no final queremos ganhar mais liberdade, aumentar os ganhos e ser reconhecido pelo que fazemos, entre outros objetivos. Porém, para aqueles que se tornam modelos de referência aos outros, os desafios da jornada trazem mais prazer que a meta realizada. A grande motivação está em curtir o processo, fazer o que se ama, exercitar as suas paixões e talentos. E colocar isso para solucionar problemas do mundo. Dessa maneira, focando em gerar muito valor para a vida das pessoas, o empreendedor também colhe a desejada recompensa financeira. Que obviamente é o que faz de uma empreitada um verdadeiro negócio.

Para 2016, apesar da maioria das pessoas enxergarem escuridão devido, ao momento difícil que o país está vivenciando. Quem deseja empreender precisa ficar atento às oportunidades – e elas existem! E saber identificar um nicho de negócio promissor para iniciar a sua jornada. E ter um bom plano estratégico e uma gestão impecável.

Por isso, separamos 7 ideias de negócios e tipos de empreendimentos que prometem ser tendência no próximo ano e figuram como bons investimentos.
Dá só uma olhada na lista:

1. Comida para quem tem restrições alimentares:

Seja por questões estéticas ou de saúde, muitas pessoas aderiram à uma dieta mais restritiva e saudável. Sem laticínios, açúcar ou glúten, por exemplo. As dietas detox estão formando uma legião de apreciadores dos benefícios. Que a ausência de alimentos derivados da lactose, com glúten ou açúcar propicia. São pessoas que buscam por mudanças no hábito alimentar. E que estão dispostas a investir em uma vida e alimentação mais saudáveis, pagando até mais caro para isso. Mas que ainda encontram poucas opções no mercado. É ai onde você, futuro empreendedor, pode – e deve se inserir, suprindo essa necessidade e demanda já existente.

2. Economia compartilhada:

Esse é um jeito novo de oferecer produtos e serviços. A ideia é compartilhar mesmo, dividir o uso de alguma coisa com outras pessoas. Pode ser um espaço que você não use no seu apartamento ou escritório, uma roupa, um acessório, o carro. E, claro, cobrar por isso, ganhar com isso. É o tal do “consumo colaborativo”. Profissionais autônomos que têm escritório, mas que não o utilizam 100% do tempo. Podem compartilhar os serviços de secretária e o espaço físico com outras empresas, por exemplo. Principalmente em um contexto de crise, essa ideia de economia compartilhada todo sentido.

3. Educação profissional:

Em épocas de crise, muitas pessoas são demitidas de seus trabalhos e, ou buscam uma recolocação no mercado de trabalho. Ou veem na situação a oportunidade que faltava, o famoso “empurrãozinho”, para se lançarem em uma jornada empreendedora. Surge aí, oportunidade para empresas e negócios que ofereçam algum tipo de capacitação, de formação e especialização. Que tenha foco no desenvolvimento de empreendedorismo e competências pessoais e sócio emocionais. Quando a economia aperta, pessoas buscam alternativas, e isso deve gerar uma série de oportunidades na educação empreendedora.

4. Manutenção e/ou reparo de produtos:

Na recessão, economizar é a ordem do dia. E as pessoas estão procurando sempre soluções mais baratas para resolver seus problemas. Por isso, empresas especializadas em serviços de manutenção, reparos e reformas estão em alta. E prometem continuar sendo uma boa aposta para 2016. Ao invés de comprar um item novo, o consumidor deve optar por modernizar ou consertar o que já tem. Uma dica: a instalação da empresa de prestação de serviços de pequenos reparos residenciais deve privilegiar locais com grande concentração de residências. Por isso, bairros com muitos condomínios ou prédios são uma boa opção para quem quer se lançar nesse empreendimento.

5. Mercado pet:

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem mais cachorros de estimação do que crianças no Brasil. Em quase 45% dos domicílios do país, o equivalente a 29 milhões de casa, há pelo menos um cachorro. E a relação do brasileiro com seus animais de estimação é mais forte do que a crise econômica. O Brasil é a sétima economia do mundo, mas ostenta a segunda posição no mercado pet global. Que cresceu na contramão da crise, e está atrás apenas dos Estados Unidos. As opções são inúmeras, que vão desde pet shops móveis, com serviços de banho e tosa que vão até a casa do cliente. Até a realização de festas e eventos especiais para animais, que contam com decorações e alimentos específicos para cães e gatos.

6. Casual dining:

O conceito de “casual dining” engloba restaurantes a la carte, como conhecemos aqui no Brasil. Porém com um atendimento diferenciado e ambiente descontraído, sem formalidades. É um modelo importado dos EUA e que caiu no gosto do povo. Por ser uma alternativa intermediária às lanchonetes populares e à gastronomia mais elaborada. O segredo é criar experiências que remetam a algum lugar do mundo, já que a a visita a um desses restaurantes é quase como um passeio. Não se trata somente de comer, e sim de vivenciar uma experiência gastronômica e cultural.

7. Maturidade sem idade:

Se você está procurando por ideias de negócios, a resposta pode estar na “melhor idade”. Os 60 são os novos 40, e a geração dos nascidos entre 1946 e 1964 passa longe do sofá e do trico. Com boa saúde e dinheiro guardado, eles querem mais é viajar, se divertir e consumir. Mas faltam serviços e produtos para atender bem esse consumidor, sem tratá-los como vovôs. Negócios dedicados a aumentar o bem-estar dos idosos, como academias e salas de ginástica, por exemplo. Têm alto potencial de prosperar, assim como agências de viagens que ofereçam pacotes e roteiros de viagens específicos para esse público. Ou negócios focados em alimentos para manter a boa saúde.

Quando um novo ano se aproxima, é natural que as pessoas pensem nos novos projetos que querem realizar. E diante de tanto desemprego, desengavetar o sonho de ter o próprio negócio é uma das resoluções de fim de ano que mais ganha força nesse cenário. Se pensa em empreender e está com receio de dar o próximo passo, minha sugestão é que pesquise, leia e se informe.

Identifique os nichos de mercado promissores que mais se adequam às suas características e habilidades. E não fique esperando pela ideia mágica que será a base do grande negócio da sua vida ou pelo momento perfeito. Encontre a coragem e motivação nas ações do seu dia a dia, em algo que você goste de fazer, que te traga felicidade e te faça sentir a realização de geraar impacto no mundo. Isso é o que chamamos de Propósito, tão falado nos dias de hoje: o porque você faz o que você faz. Identificar aquilo que ama fazer e colocar-se a serviço de outras pessoas, com muita garra, é o primeiro passo para se lançar em uma jornada empreendedora de sucesso.

ciclo pdca planejamento

Ciclo PDCA – Planejamento e execução

Para alcançar o crescimento consistente nos negócios é preciso investir em profissionalização da sua gestão e capacitação das equipes. Que são, na prática, o maior ativo de uma empresa. Essa é a parte da empresa “não copiável”, ou seja, a forma como as pessoas tocam o negócio é o seu maior diferencial competitivo. Nesse sentido, usar ferramentas que qualificam as pessoas e os processos, e aumentam a produtividade, passa a ser parte vital da estratégia. Hoje vamos falar de uma dessas ferramentas, o ciclo PDCA.

Trata-se de um ciclo de planejamento, execução, verificação e ação corretiva que promove a melhoria contínua dos processos da empresa.


O P (plan), de planejamento, é o momento de elaborar toda a estratégia da empresa. Estabelecendo missão, visão e valores organizacionais, definindo os objetivos estratégicos para depois desdobrá-los em metas e projetos operacionais que levarão ao crescimento. Nessa etapa se faz uma avaliação do mercado, do público-alvo, do ambiente interno do negócio (suas forças e fraquezas), do cenário externo de competição (oportunidades e ameaças).

Conhecer bem o mercado e seu público alvo são vitais para entender como se posicionar e gerar valor para os clientes. Aumento de faturamento e lucratividade serão sempre uma consequência do quanto a empresa gera de valor para os clientes. Pois quanto maior for o seu valor percebido, maior poderá ser o seu preço.

A partir dos objetivos estratégicos são desdobradas todas as metas individuais dos colaboradores, que deverão ser específicas, mensuráveis, relevantes para o todo da empresa e devem ter prazos de execução bem definidos. Para saber mais sobre como estabelecer metas, sugerimos consultar ainda este artigo sobre o método SMART, outra ferramenta amplamente utilizada em gestão de empresas.

O D (do), ou execução, é a fase que deve ser acompanhada de perto todos os meses. Deve ser avaliado cada uma das causas e problemas que impediram o atingimento de uma determinada meta. Nesta fase é muito eficiente fazer uma reunião mensal com toda a equipe, com os indicadores à vista. Onde todos apresentam suas metas com o seu resultado alcançado versus o planejado.

Nessa reunião você terá a grande oportunidade de ouvir as pessoas que ajudam a tocar o seu negócio. Quais são os problemas e oportunidades que eles têm percebido em relação aos clientes e fornecedores. Além de observações sobre a concorrência. Terá ainda oportunidade de deixar que colaboradores de uma área façam sugestões sobre outros setores com visões “fora da caixa”.

Daqui surgirão ideias e oportunidades que você nem imagina. Além de engajar as pessoas e mantê-las comprometidas em alcançar os resultados. A transparência na gestão é uma das maneira mais motivantes de liderar pessoas. Além de reforçar sempre aonde se quer chegar. Uma frase clássica do filme Alice no País das Maravilhas tornou-se uma grande lição no mundo dos negócios: “quando não se sabe pra onde vai, qualquer lugar serve”.

A etapa do C (check), a da verificação, é tão vital quanto se planejar ou executar. Sem a mensuração adequada e constante, a empresa fica refém dos próprios erros de estratégia. Mais importante que acertar sempre, é corrigir rápido. Tom Peters, guru da administração, nos ensina: “teste rápido, falhe rápido, ajuste rápido”. Esse é o espírito da administração moderna e do mundo veloz e conectado em que vivemos. A fase do CHECK, portanto, significa dizer: tenha métricas claras em seu negócio. Acompanhe de perto e corrija quantas vezes forem necessárias.

E por fim a etapa que reinicia todo o ciclo de melhoria contínua: O ACT ou AÇÃO CORRETIVA. A análise crítica nessa fase de verificação tem como consequência necessariamente a implementação de novos planos de ação para atingir as metas traçadas. Testar e ajustar rapidamente as ações é parte integrante de uma boa gestão, assim como o bom planejamento e execução. A prática do ciclo de PDCA com disciplina produz em última instância essa cultura empresarial focada em resultados. Os resultados serão visíveis, comece a praticar já!


Gostaria de saber mais sobre esse e outros temas que podem colocar o seu negócio na rota de crescimento?

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ANALISE SWOT ENTENDA O QUE AFETA SUA ESTRATEGIA DE MARKETING LOUCA COM FORÇAS FRAQUEZAS

Análise SWOT: entenda o que afeta sua estratégia de marketing

Em qualquer tipo ou tamanho de negócio, o primeiro passo para ser rentável é conhecer bem as variáveis que podem afetá-lo. Tanto do ambiente interno quanto externo. Para isso, existe uma ferramenta de análise que é simples e amplamente utilizada pelas empresas: a análise SWOT.

A sigla SWOT simboliza uma matriz. Onde o S e o W estão na dimensão das variáveis internas a serem analisadas: strenghs (forças) e weaknessess (fraquezas). As letras O e T correspondem a oporttunities (oportunidades) e threats
(ameaças) e correspondem às variáveis do ambiente externo.

Esta análise serve para levantar todos os fatores críticos de sucesso do negócio com uma visão multidisciplinar. E, contribui para um diagnóstico empresa e de seu mercado. Essa matriz também foi abrasileirada de uma maneira simpática pelo nome de FOFA. Que significa Forças e Oportunidades, Fraquezas e Ameaças.

Vamos então analisá-las separadamente:

As Forças dizem respeito àquilo que você faz de melhor, aspectos que possam diferenciá-lo diante da concorrência. Pense naquilo que são as suas vantagens, seja em recursos ou ativos. Elas representam o potencial a ser explorado da empresa para crescer. Vamos dar alguns exemplos: qualidade do seu serviço, localização do seu estabelecimento,  estratégia de distribuição, equipe de atendimento etc. É importante focar em 3 ou no máximo 5 forças, aquelas que são realmente diferenciadoras.

As Fraquezas, por outro lado, são aquilo que você precisa melhorar e tem o potencial de atrapalhar a empresa. Isso a deixará vulnerável, especialmente se for algo muito valorizado no segmento. Poderíamos citar por exemplo a falta de capital de giro, um marketing inexpressivo, uma apresentação de fachada amadora, uma obra interna, um site pouco intuitivo e sem serviços de conveniência para o cliente. Enfim, são aspectos que representem desvantagens em relação ao seu concorrente e que precisam ser revisados.

As Oportunidades dizem respeito a movimentos do mercado (variáveis externas) que podem ajudar a alavancar o seu negócio. Por exemplo, um grande evento que vai acontecer na cidade, aspectos favoráveis geográficos. Como a construção de uma via que facilita o fluxo até o seu estabelecimento. Ou uma data sazonal que se relacione com sua atividade, entre outros.

As Ameaças, ao contrário das oportunidades, são fatores externos que podem prejudicar o seu negócio e precisam ser diagnosticados o mais rápido possível. Se você não pode controlá-los, é vital se preparar para elas. As ameaças podem estar relacionadas a fatores econômicos, políticos, ambientais e legislativos. Entre outros aspectos como a perda de um profissional muito chave para o seu negócio, por exemplo.

Após uma discussão crítica com a sua equipe sobre todos esses fatores, internos e externos, é fundamental colocá-los visualmente em uma matriz como a representada abaixo.

Note também pela figura que a combinação de um fator interno com um externo requer uma determinada estratégia. Se estamos falando de um ponto fraco que se relaciona a uma ameaça, precisamos no mínimo definir uma estratégia de sobrevivência. Se temos um ponto forte que é relevante para combater uma determina ameaça, estamos falando de uma estratégia de manutenção. Se visualizamos uma oportunidade e temos um ponto fraco que nos impede de aproveitá-la, precisamos então de uma estratégia de crescimento. Que pode ser uma expansão ou uma parceria com outras empresas que preencham aquela lacuna. E, por fim, se temos um ponto forte associado a uma oportunidade, temos apenas que ter uma estratégia de desenvolvimento para aproveitá-la. Desenvolvimento de um novo produto ou serviço, por exemplo.

Ao fazer o exercício com exemplos concretos de cada negócio você vai dominar com muito mais profundidade o seu mercado. E tornará as suas decisões muito mais claras e assertivas.

Foi imortalizado por SUN TZU, o general chinês, autor do livro a ARTE da GUERRA. Que no mundo dos negócios, assim como na guerra, você precisa “concentrar-se nos pontos fortes, reconhecer as fraquezas, agarrar-se nas oportunidades e proteger-se contra as ameaças”.

E então? Você acredita que essa ferramenta simples pode te ajudar a profissionalizar o seu negócio para crescer? A partir dela você poderá dar o próximo passo que é implementar um plano de ação com revisões de melhoria contínua. Esse assunto nós também discutimos aqui no blog no artigo sobre PDCA que você encontra AQUI NESTE LINK.


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Método SMART – simples e eficiente para traçar metas

No que tange a metas, hoje nós trazemos mais uma ferramenta para aumentar a profissionalização da sua empresa. E, consequentemente suas chances de sucesso: o método SMART.

O aumento da profissionalização de pequenas e médias empresas tem sua grande parcela de contribuição para o aumento na sua taxa de sobrevivência. Em até dois anos após sua criação. Um estudo detalhado do Sebrae em 2013, mostrou que essa taxa de sobrevivência média cresceu de 73,6% para 75,6%. No universo de empresas criadas em 2007. Todos os números relativos ao empreendedorismo no Brasil têm sido mais animadores com tendências de alta.

É certo que houve um contexto favorável no âmbito dos negócios, no que diz respeito à legislação para PME’s e aspectos da economia nos últimos 10 anos. Porém, o próprio Sebrae declara haver uma importante evolução das características dos próprios empreendedores que buscam uma maior preparação para gerir empresas.

Um tópico fundamental para criar um plano viável de negócios é conseguir ser o mais assertivo possível em suas METAS. E, dessa forma, prever os possíveis cenários. Com previsões de maior qualidade e assertividade, muitos empresários poderiam repensar a sua entrada no mercado e estratégias de sobrevivência.

O método SMART é uma simples ferramenta para criar metas é uma espécie de checklist. Por meio do qual você verifica se cada uma das metas tem essas premissas atendidas:

Vamos então detalhar cada uma dessas letras que compõem a sigla SMART:

O S corresponde a specific ou específica. Quer dizer que sua meta obrigatoriamente tem que ter especificidade naquilo que se quer atingir, com números e dados. Exemplo: aumentar vendas anuais em 20%. Ou, ainda, atingir faturamento médio mensal de R$ 100.000. Outro exemplo: reduzir despesas operacionais em 10%. Jamais poderemos escrever metas de forma ampla como “crescer em vendas”. A falta de números específicos, que estejam formalmente escritos e compartilhados com os colaboradores, impede que se tracem planos também específicos para o tamanho do desafio em questão. E, consequentemente, as metas não serão mensuradas e atingidas.

O M vem de measurable ou mensurável. Isso quer dizer que, para toda meta escrita, é preciso determinar o indicador pelo qual iremos verificar sua evolução todos os meses e também a fonte oficial de medição deste indicador. Retornando ao exemplo de vendas: o indicador seria o valor real de faturamento apurado todos os meses, cuja fonte deve ser o sistema que a empresa utiliza para faturar seus produtos ou serviços.

O A corresponde a achievable ou attainable, que significa atingível ou alcançável. Significa dizer que metas precisam ser ousadas, porém dentro de uma realidade possível. Do contrário, isso vai provocar desmotivação e desistência precoce entre a equipe. Para estabelecer metas de vendas, por exemplo, não se pode arbitrariamente definir uma meta de dobrar ou triplicar de um ano para o outro se o mercado não acompanha esse crescimento. Essa análise deve ser feita pelo acompanhamento do próprio histórico de crescimento de vendas da empresa nos últimos anos e análise de crescimento do seu mercado e concorrentes. Além de dados da economia, de forma bem customizada para cada tipo de negócio.

O Método SMART também é composto por Relevância e Prazo definido.

O R vem de relevant, significa que cada meta precisa ser realmente relevante para o objetivo coletivo da empresa. Metas desdobradas para cada pessoa nos mais variados níveis precisam de alguma forma colaborar na mesma direção dos objetivos estratégicos. Cada um dentro do seu escopo de trabalho. Imagine, como estabelecer uma meta para o estagiário que terá importância em atingir a meta de vendas da empresa. Ele poderia ter como meta a entrega de um relatório mensal de visitas à concorrência. Onde preenche uma série de itens que servirão de base para a equipe de vendas implementar melhorias na sua atuação.

E por fim, o T de time, quer dizer que toda meta precisa de um prazo definido. Não podem existir metas com datas em aberto, do contrário elas serão sempre despriorizadas dentro da rotina de trabalho.

A utilização do método SMART é uma forma simples e acessível de gerenciar metas e pessoas.

Lembre-se: o que não pode ser medido, não pode ser melhorado.

Já foi testado em estudos de liderança e gestão é que pessoas, quando estão sendo medidas, são mais eficientes nos resultados. Portanto, não espere mais para colocar em prática. Estabeleça o hábito de acompanhar suas metas todos os meses. E o melhor é que esse método serve igualmente para organizar e atingir as suas metas pessoais. Aumentando suas chances de sucesso não apenas no âmbito profissional, mas também em equilíbrio com o seus sonhos de vida.


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